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domingo, 16 de novembro de 2014

Cameron diz não à União Europeia

Em entrevista ao jornal Britânico The Telegraph, David Cameron disse que, a Inglaterra não vai pagar os 2,1 mil milhões para o orçamento da União Europeia.


O primeiro-ministro britânico considera este valor completamente inaceitável, e que esta não é a maneira da UE tratar um dos países que mais contribui para a zona euro.

Segundo uma fonte do governo Britânico, Cameron falou com Durão Barroso e disse que este não tinha ideia do impacto desta medidas - que não se tratava apenas da opinião pública mas de 2,1 mil milhões de euros. Barroso reagiu às críticas argumentando que, "não há razão para surpresas" e "as taxas são calculadas em base em mecanismos a que todos os Estados-membros deram o acordo por unanimidade."

Fontes: Público, The Telegraph

Pedro Santos

domingo, 5 de janeiro de 2014

UE vai apoiar com 900 milhões a integração da América Central


A Comissão Europeia vai apoiar o programa de desenvolvimento da América Central com 900 mihões de euros para os próximos seis anos. A notícia foi anunciada pelo presidente da própria CE, Durão Barroso, na passada sexta-feira.

Durão Barroso disse que dos 900 milhões de euros, 120 milhões serão destinados à cooperação regional e os restantes à cooperação bilateral. Os pormenores foram proferidos durante a Cimeira de Chefes de Estado e de Governo do Sistema de Integração Centro-Americana (SICA).

Durão Barroso,
presidente da comissão europeia
"Esta é uma manifestação muito concreta da nossa solidariedade para com esta região", mencionou ainda o presidente da CE, indicando que a cooperação incidirá sobretudo nas áreas de integração económica, segurança e alterações climáticas.

Para Durão Barroso, o "desafio comum" entre a Comunidade Europeia e a América Central, será desenhar programas que aumentem o impacto visível dos efeitos da integração regional.

Fontes: RTP; Expresso; Destak

Ariana Martins e Mª. Inês Gonçalves

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

União Europeia reforça ajuda as Filipinas

Após a passagem devastadora do tufão Haiyan na sexta-feira nas Filipinas, a Comissão Europeia disponibilizou-se a ajudar o país sofreu cerca de dez mil mortos e teve 9,4 milhões de pessoas afectadas.

http://presstv.com/detail/2013/04/23/299905/eu-wont-restore-aid-to-car/
Andris Piebalgs (Foto: PRESSTV)
O comissario europeu para o Desenvolvimento Andris Piebalgs  anunciou que a União Europeia irá disponibilizar 10 milhões de euros adicionais para a reabilitação das áreas afetadas pelo tufão. A esta soma junta-se os 3 milhões de euros já anunciados na semana passa pela Comissão Europeia.

A visita do comissario europeu as Filipinas já estava programada antes da destruidora passagem do tufão. Andris Piebalgs tinha anunciado na segunda-feira um novo fundo europeu no valor de 8 milhões de euros com o fim de contribuir para recuperação económica e social na zona do Mindenao, gravemente afetada pelos conflitos separatistas, que desde os anos setenta já contabilizaram mais de 120 mil mortos.

Werner Langen ( Foto: kas.de)
Do Parlamento Europeu o eurodeputado alemão Werner Langen, que também é presidente da ANASE, declarou que a reconstrução das Filipinas "será um processo difícil porque se trata de um país densamente povoado e com problemas de infraestrutura significativos devido às ilhas. Vamos ajudar, mas penso que será um longo processo de reconstrução, comparável ao do Haiti."

O presidente da Comissão Europeia Durão Barroso, numa carta direta ao presidente filipino Benigno Aquino III, expressou a grande tristeza pela tragedia que casou a perda de tantas vidas.

Durante duas décadas a Europa tem vindo a ser o maior parceiro no desenvolvimento das Filipinas, e já foram mais de 640 milhões de euros em subsídios para combater a pobreza. Através do “Plano de desenvolvimento Filipina 2011-2016” a União Europeia disponibiliza todos os anos 40 milhões de euros em financiamento.

Fontes: JN, Jornal de Negócios, Euronews, Comissão Europeia

Rodrigo Rodrigues

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Barroso mandou aviso ao Tribunal Constitucional



O presidente da Comissão Europeia José Manuel Durão Barroso reuniu-se nesta quarta-feira com o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho em Bruxelas. No fim do encontro Durão Barroso disse aos jornalistas que o chumbo do Tribunal Constitucional pode pôr em risco regresso de Portugal aos mercados.

Foto: RTC
Durão Barroso afirmou que ele nem a própria Comissão Europeia nunca criticaram o Tribunal Constitucional. Ele disse: “ tenho o maior respeito por todos os órgãos de soberania portugueses, incluindo o Tribunal Constitucional, aliás, pessoalmente, como sabem, nunca me ouviram criticar qualquer tribunal",
afirmou o chefe do executivo comunitário.

Durão Barroso sublinhou respeitar "estritamente o princípio da separação de poderes" e que pessoalmente "sempre" se absteve de criticar decisões de tribunais: "Não é agora que vou mudar". Ele também afirmou que "Portugal assumiu determinadas obrigações perante a União Europeia, e perante o Fundo Monetário Internacional. É importante que não haja quaisquer dúvidas quanto a esse cumprimento das obrigações. Nesta recta final do programa, é essencial que Portugal não deite tudo a perder".

O presidente da Comissão acrescentou que Portugal tem vindo a cumprir com sucesso o programa de ajustamento e elogiou o "empenho" que o Governo de Passos Coelho "tem colocado no programa que permitirá ao país voltar aos mercados e recuperar a autonomia financeira."

Foto: Steven Governo / Global Imagen
Passos Coelho que esteve todo tempo ao lado do presidente da Comissão Europeia durante a conferência de imprensa disse que é “ponto de honra” para Portugal concluir o programa de assistência da Troika de credores internacionais sem o reforço de envelope financeiro e afirmou-se convicto de que há “todas as condições” para o fazer.

O primeiro-ministro declarou que Portugal tem como objectivo atingir as metas propostas para concluir o programa de assistência, de forma a reganhar condições de acesso aos mercados.

Ambos os líderes consideraram prematuro falar de um programa cautelar. Eles consideraram cedo demais falar desse cenário e apontaram que nada foi decidido sequer para a Irlanda.

Passos Coelho voltou a desmentir as especulações sobre o fim do programa de ajustamento. Ele disse “Nós não estamos no fim do programa. Estamos quase lá, mas ainda não chegámos lá”, disse, dando também o exemplo da Irlanda, que, observou, Portugal seguirá com particular atenção.

Fontes: Público, Expresso, RTP, Jornal de Negócios.

Rodrigo Rodrigues 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

“A actual política atingiu o limite”

Durão Barroso quer mais apoio social. Foto: www.dinheirovivo.pt



O Presidente da Comissão Europeia Durão Barroso defendeu esta segunda-feira, 22 de Abril, que a política de austeridade que tem sido aplicada chegou ao seu limite, e que os responsáveis europeus se devem focar num maior apoio social de forma a sustentar as políticas de ajustamento. 
“Penso que estamos a atingir o limite das atuais políticas. As políticas atuais são obviamente apropriadas no que diz respeito ao grande desafio que temos hoje que é a redução da divida insustentável, publica e privada”, disse Durão Barroso no Brussels Think Tank Dialogue.
Durão Barroso defende, no entanto, que é necessária uma nova abordagem social e económica, de forma a “colocar a Europa numa base mais sólida, torná-la mais competitiva e ter novamente crescimento. Mas crescimento que seja sustentável”.
O Presidente da Comissão Europeia abordou também um dos temas que pode pôr em causa a união dos estados membros, e que se refere à construção da ideia de que os povos do sul da Europa (estados devedores) são incompetentes ou preguiçosos em comparação com os vizinhos do norte.
“A ideia que existe em alguns países do centro ou nos países mais prósperos, que há algum tipo de incapacidade nas pessoas da periferia ou do sul - que algumas dessas pessoas são, por definição, preguiçosas ou incompetentes, é um grande problema, que considero intolerável e moralmente inaceitável” defendeu Barroso, afirmando ainda que “todo o tipo de comentários baseados em preconceitos nacionais são simplesmente contra os valores europeus”.
Perante uma plateia de peritos internacionais, Durão Barroso teve ainda oportunidade para abordar o caso concreto de Portugal. “Vindo eu de um desses países, posso dizer-vos que os portugueses são extremamente trabalhadores”.
 
Em Maio de 2011, a chanceler alemã Angela Merkel acusou os cidadãos dos países do sul de trabalharem menos e de se reformarem mais cedo, do que os do norte da Europa. "Não se trata só de não contrair dívidas, em países como a Grécia, Espanha e Portugal, as pessoas não devem poder ir para a reforma mais cedo do que na Alemanha", disse Merkel, conforme se pode ler aqui.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Durão Barroso poderá recandidatar-se à presidência da Comissão Europeia

Durão Barroso durante a conferência de imprensa em Viena. Fotografia © REUTERS/Leonhard Foeger

O Presidente da ComissãoEuropeia, Durão Barroso, quando questionado sobre a sua disponibilidade para se manter no cargo, limitou-se a sublinhar que o seu mandato termina em 2014.
Após 9 anos à frente da Comissão Europeia, o Presidente tem a possibilidade de se recandidatar pela segunda vez, mas ainda não tomou uma decisão.

Segundo a agência noticiosa francesa, AFP, em resposta a um jornalista, Barroso afirmou que apenas tomará uma decisão no fim do seu mandato e agradeceu ainda a atenção dos jornalistas com o seu futuro profissional.

Para a escolha do Presidente da Comissão Europeia, os governos dos Estados-Membros terão que eleger escolher um nome que, posteriormente, é sujeito à aprovação do Parlamento Europeu. Prevê-se que o nome do Presidente será conhecido em Junho de 2014, mas só irá tomar posse 6 meses depois.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Bancos da União europeia vão ficar dependentes da supervisão do BCE

O Banco Central Europeu vai passar a supervisionar os bancos da União Europeia. A decisão foi tomada esta marugada numa reunião entre os 27 ministros das finanças da Zona Euro.

Vai demorar um ano até o Banco Central Europeu conseguir reunir os colaboradores necessários
Fonte: Flickr
O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, considerou o acordo "excepcionalmente importante" para o futuro europeu. O objectivo é dar "o primeiro grande passo para a união bancária", segundo revelou o comissário europeu de Mercado Interno e Serviços Financeiros da União Europeia, Michel Barnier. Segundo a RTP,  pretende-se que esse passo seja dado no dia um de Março de 2014.

Para Durão Barroso, o acordo representa "um passo  em frente crucial e muito substantivo no sentido de uma união bancária"

Contudo, como noticia o jornal Expresso, o BCE não vai controlar todos os bancos da União, como era inicialmente desejado. A principal opositora foi a Alemanha, que se recusou a submeter os seus bancos regionais ao controlo do principal banco europeu.

Já o Reino Unido, a Suécia e a República Checa não se mostraram interessados em qualquer tipo de união bancária.

Ruben Gomes e Tiago Rodrigues

UE com supervisor único para bancos europeus

Os ministros das Finanças da União Europeia (UE) acordaram a criação de um supervisor bancário único. O plano acordado na véspera da cimeira de líderes da União Europeia, segue para discussão no Parlamento Europeu. Cerca de 200 bancos europeus ficarão directamente dependentes da supervisão do Banco Central Europeu (BCE), revelou o Negócios Online.

O resto dos cerca de 6000 bancos europeus continuarão a ser fiscalizados pelos bancos centrais nacionais, mas o BCE pode, em qualquer caso, entrar em acção ao primeiro sinal de problemas. BCP, BES, BPI, CGD, Totta e Banif são os bancos portugueses que devem fazer parte da lista dos que saem da alçada do Banco de Portugal, noticiou o Diário Económico.

O Banco Central Europeu terá o direito de, a qualquer momento, exercer uma supervisão directa sobre outras entidades, quando entender oportuno, ou quando for solicitado por um Estado-membro. O acordo refere que o BCE não vai supervisionar todos os bancos da União Europeia, como pretendiam inicialmente a Comissão Europeia e vários países, numa clara vitória para a Alemanha, que temia pelos seus bancos regionais, avançou o Diário de Notícias.

Num discurso no Parlamento Alemão, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, manifestou-se sobre o acordo defendendo que este mecanismo comum de vigilância dos bancos é de “um valor inestimável”. Os bancos de aforro alemães ficam sob controlo do supervisor nacional (BaFin), uma das condições essenciais para que a Alemanha pudesse aceitar este acordo.

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso saudou este acordo e considerou-o “excepcionalmente importante” e “Um passo em frente crucial para a integração da supervisão financeira na zona euro e nos outros Estados-membros”. A proposta para o mecanismo único de supervisão foi apresentada pela Comissão Europeia em Setembro, adiantou o Público.

O futuro mecanismo único de supervisão bancária entra em vigor a 1 de Março de 2014 e é resultado de quatros meses de intensas discussões, indicou o comissário europeu responsável pelos Assuntos Financeiros, Michel Barnier. Não se sabe ao certo qual o número exacto de países de fora do euro que vão fazer parte deste novo mecanismo, mas Reino Unido, Suécia e República Checa já disseram que não estão interessados em integrá-lo.

Mariana Pinheiro e Sara Cunha

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Junker: “ Grécia expulsa do euro, é um disparate”


Presidente do Eurogrupo quer Grécia na Zona Euro

Os Ministros das finanças do euro colocaram de parte a possibilidade de uma saída da Grécia da zona euro. Na reunião do Eurogrupo, que se realizou ontem, os ministros pediram às forças políticas para continuarem a garantir a estabilização do país.

De acordo com o jornal Expresso, Jean Claude Juncker, presidente do Eurogrupo, mostrou-se indignado com as afirmações de vários responsáveis políticos, entre os quais, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, que sugeriu o abandono para quem não cumpre as regras.

Junker afirmou que “a saída da Grécia do euro é propaganda”, adiantando ainda que caso o país tenha um governo estável, poderá ser considerada a extensão do programa por mais um ano. O presidente do Eurogrupo apelou à formação de um governo em Atenas, assegurando que “este não é tempo para baixar os esforços”.

Jean Claude Junker afirmou que nenhum dos ministros defendeu a saída da Grécia da zona euro. Embora o Ministro alemão, Wolfgang Schaueble, a austríaca Maria Fekter e o holandês Jean Kees deixassem claro que a permanência no euro está associada ao respeito pelos compromissos assumidos.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Durão Barroso elogia acordo para a Grécia


Presidente da Comissão Europeia (Foto: Reuters)

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, afirmou esta terça-feira em Bruxelas que o acordo sobre um segundo programa de assistência à Grécia é “um passo em frente fundamental” para o país e a zona euro. E sublinhou que “as pessoas aprendem com os erros”.

José Manuel Durão Barroso, citado pela Lusa, disse que não há alternativa à reforma estrutural e consolidação orçamental na Grécia, mas reconheceu o esforço feito pelo país nos últimos anos.

O líder do executivo comunitário referiu que o acordo atingido pelo Eurogrupo impede “um processo de falência descontrolada”, acrescentando que está “consciente da carga pesada que o povo grego tem carregado e dos enormes esforços que tem feito”. Disse ainda acreditar no bom funcionamento do segundo programa de assistência.

O segundo resgate da Grécia e o perdão parcial da dívida grega foi aprovado esta madrugada pelo Eurogrupo, após uma longa reunião.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Durão Barroso apela à salvação do Euro

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, pediu hoje aos chefes de Estado e do Governo da União Europeia que juntem esforços para salvar o euro.  


«Lanço um apelo aos chefes de Estado e de Governo. Devemos fazer tudo para garantir a irreversibilidade do euro», afirmou Durão Barroso durante uma reunião em Marselha, França.

O presidente da Comissão Europeia fez esta declaração poucas horas antes do começo da Cimeira de Bruxelas, que tem inicio hoje à noite e durará até amanhã, cujo objectivo é encontrar uma solução para a crise da moeda única.

Durão Barroso disse ainda que «No coração da crise, há um problema de confiança e de credibilidade. É por isso que nós queremos ver mais convergência, mais disciplina orçamental» e acrescentou que esta cimeira é crucial para o futuro do euro.

Ana Margarida, Ana Cláudia, Cátia Pereira e Susana Ferreira

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Durão Barroso considera a morte de Steve Jobs "uma grande perda"

"Se alguém contribuiu para o modo como vivemos hoje foi Steve Jobs", foi desta forma que Durão Barroso reagiu à morte do fundador da Apple.



Em entrevista ao programa "I Talk" no canal Worldview, transmitida na plataforma YouTube e também na Eurovisão, o presidente da Comissão Europeia lamentou o desaparecimento do “homem que, devido à sua criatividade, trouxe a tecnologia às pessoas comuns”.

Steve Jobs nasceu a 24 de Fevereiro de 1955, em São Francisco, na Califórnia. Aos 21 anos fundou a Apple, que transformou na empresa mais valiosa do mundo

Considerado por muitos como a personalidade que mais influência teve sobre a evolução tecnológica a nível mundial, fica ligado à criação do Mac, iPod, iPhone e iPad, alguns dos ícones que marcam o legado da Apple. Aos 56 anos, morreu vítima de um cancro no pâncreas.

Fontes: Público, Euronews, ZDNet

Eliano Marques, Nicole Matias, Paulo Martins, Tomás Tim-Tim

sexta-feira, 18 de março de 2011

Barroso afirma que Portugal encontrará as “melhores soluções”

Durão Barroso e José Sócrates

Fotografia: Blog "Tribuna Socialista"

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, não quis comentar a situação política em Portugal, mas mostrou-se confiante que a "democracia portuguesa encontrará as melhores soluções".

"A Comissão, o Banco Central Europeu e a cimeira da zona euro já declarámos a nossa posição. Agora que cada um assuma as suas responsabilidades. A democracia portuguesa encontrará sem dúvida as melhores soluções", afirmou Durão Barroso, em Bruxelas.

Apesar da insistência dos jornalistas, Durão Barroso recusou-se a falar sobre a situação política de Portugal. “Não vou comentar nenhuma questão da política interna portuguesa.”

Estas declarações do Presidente da Comissão Europeia foram proferidas no dia em que ocorreu a reunião dos chefes de Estado e de Governo da Zona Euro.

Os partidos da oposição já anunciaram, entretanto, que não vão apoiar o pacote de medidas de austeridade adicionais, apresentados pelo Primeiro-ministro, José Sócrates, na passada sexta-feira.

Fontes: Rádio Renascença e Público

terça-feira, 8 de março de 2011

Durão Barroso sugere que Portugal deve “evitar” recorrer ao Fundo Monetário Internacional


Foto: Ionline


O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, respondeu hoje, em Estrasburgo, às questões colocadas pelo eurodeputado e jornalista Miguel Portas, sobre o eventual recurso de Portugal ao fundo de estabilização, deixando bem claro que “isso é uma decisão das autoridades portuguesas, precisamente porque tem a ver com a dívida soberana”. Desenvolvendo ainda que “se um país puder evitar recorrer a esse mecanismo, deve evitá-lo. Tem custos recorrer a esses fundos de resgate, não apenas custos reputacionais, declarou o presidente da comissão.

Sublinha ainda que, em relação ao fundo de estabilização financeira e à ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI), devem ser tomados como um “último recurso”.

Estas declarações foram sugeridas em contexto com a cimeira que irá decorrer esta sexta-feira, em Bruxelas, para discutir a situação na Líbia.

José Sócrates insistiu na segunda-feira, em Viseu, que Portugal não precisa de ajuda externa, certificando que uma intervenção do FMI causaria perda do prestígio e dignidade do país.





Resposta de Durão Barroso

Fontes:
Sol
, Ionline, RRenascença