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quinta-feira, 2 de junho de 2011

A crise do euro no olhar do futuro

Apoiar as pequenas e médias empresas, incentivar o investimento na produção nacional e apostar nas exportações. É a receita de dois estudantes de economia para tirar Portugal da crise que pode ser lida aqui.
Uma crise que se vive no euro há mais de um ano.
Eis os acontecimento mais marcantes do Colapso Financeiro dos GIP

sábado, 30 de abril de 2011

"Verdadeiros Finlandeses" voltam atrás na sua palavra

Timo Soini
O líder do partido Verdadeiros Finlandeses, Timo Soini, mudou de opinião e admitiu que apoiar o pedido de ajuda externa a Portugal pode ser do interesse do país.
Quando questionado sobre se via o pedido de resgate de Portugal como uma melhor opção para a Finlândia, Timo Soini disse numa entrevista dada ao canal televisivo YLE: "Isso também é possível. Mas o importante é manter a autonomia do povo finlandês".
Anti-europeísta, o partido Verdadeiros Finlandeses, que é agora a terceira maior força política, criticou fortemente, durante a sua campnha, a ajuda aos países mais endividados, como é o caso de Portugal.
Na quarta-feira, deverá ser tomada a posição finlandesa sobre o programa de assistência financeira a Portugal, como assegurou ontem o primeiro-ministro da Finlândia, Jyrki Katainen.
Ao contrário dos restantes países da União Europeia, onde a decisão cabe ao governo, a Finlândia é o único membro da zona euro onde a concessão deste empréstimo depende de uma autorização prévia do Parlamento.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Bruxelas questiona as contas públicas portuguesas

Fotografia: Blog "Direito e Economia"

O Eurostat está em conversações com o Instituto Nacional de Estatística(INE). Em causa estão os gastos com as empresas públicas de transportes, que não têm contratos de gestão com o Estado, e o buraco do BPN avaliado em 2 mil milhões de euros.

Na origem das dúvidas está o modelo de contabilização do INE que é diferente do do gabinete de estatísticas da União Europeia. A confirmar-se a dúvida do Eurostat, o défice das contas públicas portuguesas poderá sofrer um reajustamento e atingir mesmo os 8%, ultrapassando a meta que tinha sido acordada com a União Europeia.

O compromisso assumido com Bruxelas para 2010 era de uma redução do défice das contas públicas para os 7,3%.

Miguel Frasquilho, deputado do PSD, reagiu à discrepância dos valores do défice orçamental de 2010, dizendo que são necessários esclarecimentos "o mais rápido possível" sobre esta questão.
Fontes: Sic, Tsf, Jornal I

segunda-feira, 21 de março de 2011

Paula Teixeira da Cruz desvaloriza Comissão Europeia


José Sócrates e Paula Teixeira da Cruz
Fotografia: Flickr

A vice-presidente do PSD classificou como "detalhes" o esclarecimento da Comissão Europeia sobre a data de entrega do PEC IV. Paula Teixeira da Cruz reafirma que o Governo mentiu.

"O Governo não se limitou a omitir, mentiu, de facto, ao país", porque enquanto dizia que a execução orçamental estava a correr bem, negociava afinal medidas adicionais. "O resto são detalehs", acr

Segundo a nota divulgada pela CE, no passado sábado, a carta enviada pelo Primeiro-Ministro, José Sócrates, só foi recebida dia 11 de manhã, apesar de estar datada de 10 de Março.

"Se seguiu à primeira hora da manhã ou às 11 ou à segunda hora, pouco importa. A 10 de Março esses compromissos estavam firmados, porque essa é a data da carta. Alguém acredita que uma carta segue no dia 11 com um conjunto de medidas severas a aplicar a um país e que obtém aprovação nesse mesmo dia? Não, meus senhores", reiterou Paula Teixeira da Cruz.

A Vice-Presidente do PSD mantém a sua posição, "O PSD vai votar contra o PEC IV".

sexta-feira, 18 de março de 2011

Barroso afirma que Portugal encontrará as “melhores soluções”

Durão Barroso e José Sócrates

Fotografia: Blog "Tribuna Socialista"

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, não quis comentar a situação política em Portugal, mas mostrou-se confiante que a "democracia portuguesa encontrará as melhores soluções".

"A Comissão, o Banco Central Europeu e a cimeira da zona euro já declarámos a nossa posição. Agora que cada um assuma as suas responsabilidades. A democracia portuguesa encontrará sem dúvida as melhores soluções", afirmou Durão Barroso, em Bruxelas.

Apesar da insistência dos jornalistas, Durão Barroso recusou-se a falar sobre a situação política de Portugal. “Não vou comentar nenhuma questão da política interna portuguesa.”

Estas declarações do Presidente da Comissão Europeia foram proferidas no dia em que ocorreu a reunião dos chefes de Estado e de Governo da Zona Euro.

Os partidos da oposição já anunciaram, entretanto, que não vão apoiar o pacote de medidas de austeridade adicionais, apresentados pelo Primeiro-ministro, José Sócrates, na passada sexta-feira.

Fontes: Rádio Renascença e Público