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domingo, 4 de janeiro de 2015

Sessão plenária da UE


Papa Francisco, Sessão Plenária, Parlamento Europeu, Jean-Claude Juncker
A sessão plenária, de novembro, foi marcada pela visita do Papa Francisco e a de Denis Muwege.

No decorrer da sessão, o presidente da Comissão Europeia apresentou um plano de investimento para impulsionar o crescimento e o emprego na EU. No decorrer da sessão houve espaço para as negociações sobre as alterações climáticas, o debate dos eurodeputados sobre a possibilidade da Palestina ser reconhecida como Estado e a rejeição do Parlamento Europeu referente à moção de censura à Comissão de Jean-Claude Juncker.

José Castro Pereira

Papa Francisco: "A democracia não pode colapsar"

O Papa Francisco apelou à Europa para manter viva a democracia durante a sua visita na terça-feira. A democracia não pode "colapsar sob a pressão de interesses multinacionais que não são universais," Foi a segunda-vez que um Papa se dirigiu formalmente aos eurodeputados em sessão plenária. O primeiro foi João Paulo II em 1988.

Na quarta-feira o  presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, apresentou um plano de investimento de 315 mil milhões de euros para impulsionar o crescimento e o emprego na UE nos próximos três anos. O plano inclui a criação de um Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos. Os líderes dos grupos políticos do Parlamento Europeu mostraram o seu apoio mas pediram atuação imediata.

Fonte: europarl ciedbarcelos
Imagem: amulherequemanda

Daniel Joveta                   

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Ausência de Jean-Claude Juncker causa descontentamento no parlamento Europeu

O Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, cancelou esta quinta-feira de manhã a sua presença numa conferência sobre a Europa, em Bruxelas, na sequência da revelação, também hoje, de acordos fiscais secretos durante oito anos entre o governo luxemburguês e centenas de empresas multinacionais.

"O ex-presidente da Comissão Europeia Jacques Delors não se sente bem e não vai viajar. Por essa razão, Jean- Claude Juncker também não vai participar no diálogo", disse Margaritis Schinas, porta-voz da Comissão Europeia. A organização criticou a ausência do responsável político em bruxe-las em que pretendiam discutir os desafios da Europa, sobretudo, importantes numa altura em que a Comissão conta com uma nova liderança.

A verdade é que a ausência de Juncker aconteceu poucas horas depois de vários orgãos de comunicação social terem divulgado, esta quinta-feira, o resultado de uma investigação internacional sobre a fuga ao pagamento de impostos nos seus países, através do Luxemburgo, por parte de 340 empresas multinacionais.

A fuga ao fisco ocorreu entre 2002 e 2010, durante o longo mandato de Juncker (de Janeiro de 1995 até Dezembro de 2013) à frente do Governo luxemburguês. Em causa estão milhares de milhões de euros em receitas fiscais perdidas pelos Estados onde multinacionais como a Apple, a Amazon, a Ikea, a Pepsi e a Axa, por exemplo, têm sede.

Fonte: Publico, dn
Imagem: telegraph

Daniel Joveta

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Juncker venceu as legislativas no Luxemburgo

Foto: Jornal Expresso
O Diário de Notícias anunciou hoje que o primeiro-ministro do Luxemburgo, Jean-Claude Juncker, venceu as eleições legislativas.

O Partido Popular Social Cristão (CSV), de Juncker, obteve 33,4% e 23 dos 60 lugares no Parlamento, abaixo dos 38% e 26 deputados conquistados nas eleições de 2009, segundo o jornal Expresso.

Numa declaração na sede do partido, o primeiro-ministro disse que a prioridade é formar um novo governo e reforça que o CSV continua a ser o partido mais importante do Luxemburgo. A dúvida surge na coligação do partido de Juncker: junta-se novamente aos socialistas ou coliga-se aos liberais, liderados por Xavier Bettel.

O líder liberal Claude Meisch afirmou que ainda é cedo para falar em alianças. Disse que o Luxemburgo votou pela mudança e é a missão do Partido Democrático concretizar essa mudança nos próximos quatro anos.

Juncker, que liderou o Eurogrupo, é o mais antigo primeiro-ministro europeu em funções, depois de 18 anos no poder, finaliza o Diário de Notícias.

Ana Rita Soares e Carolina Sá Pereira

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Zona Euro enfrenta nova recessão

Europa enfrenta segunda
recessão técnica
A zona euro entra em recessão com o PIB a cair 0,1% no terceiro trimestre, em linha com as previsões dos economistas, colocando a região em recessão técnica. No segundo trimestre o crescimento tinha também sido negativo, segundo dados hoje anunciados pelo Eurostat.  Apesar da expansão da França e da Alemanha, os resultados dos dois países foram insuficientes para impulsionar a economia da Zona Euro, que atravessa assim a segunda recessão no espaço de quatro anos, noticiou o Negócios Online.

Em Portugal, a economia voltou a contrair no terceiro trimestre deste ano, pelo oitavo trimestre consecutivo, com o PIB a recuar 0,8% em relação aos três meses anteriores e a decrescer 3,4% face ao período homólogo, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Portugal registou a maior queda entre os Estados-membros, enquanto os maiores crescimentos pertenceram à Letónia e à Estónia (1,7% em ambos os países), avança o Diário Económico.

O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, afirmou que a Zona Euro tem de se preparar para a recessão e apelou a uma "verdadeira política de crescimento" económico. Numa conferência de imprensa, no Luxemburgo, Juncker frisou "Devemos consolidar as nossas finanças públicas, mas é necessário chamar a atenção para a necessidade de dotar a Europa de uma verdadeira política de crescimento", publicou o Diário de Notícias.

Mariana Pinheiro e Sara Cunha

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Junker: “ Grécia expulsa do euro, é um disparate”


Presidente do Eurogrupo quer Grécia na Zona Euro

Os Ministros das finanças do euro colocaram de parte a possibilidade de uma saída da Grécia da zona euro. Na reunião do Eurogrupo, que se realizou ontem, os ministros pediram às forças políticas para continuarem a garantir a estabilização do país.

De acordo com o jornal Expresso, Jean Claude Juncker, presidente do Eurogrupo, mostrou-se indignado com as afirmações de vários responsáveis políticos, entre os quais, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, que sugeriu o abandono para quem não cumpre as regras.

Junker afirmou que “a saída da Grécia do euro é propaganda”, adiantando ainda que caso o país tenha um governo estável, poderá ser considerada a extensão do programa por mais um ano. O presidente do Eurogrupo apelou à formação de um governo em Atenas, assegurando que “este não é tempo para baixar os esforços”.

Jean Claude Junker afirmou que nenhum dos ministros defendeu a saída da Grécia da zona euro. Embora o Ministro alemão, Wolfgang Schaueble, a austríaca Maria Fekter e o holandês Jean Kees deixassem claro que a permanência no euro está associada ao respeito pelos compromissos assumidos.

Junker já tem possível sucessor na liderança do Eurogrupo


Wolfgang Schaeuble, possível presidente do Eurogrupo

O ministro das finanças alemão, Wolfgang Schaeuble, afirmou publicamente pela primeira vez que está disposto a assumir a presidência do Eurogrupo, sucedendo assim ao primeiro-ministro luxemburguês Jean-Claude Junker, que cessa as suas funções no final de Junho.

Em entrevista ao jornal alemão "WeltamSonntag", Wolfgang Schaeuble defendeu que tem como objectivo continuar o “bom trabalho” de Junker, mostrando-se optimista no que respeita ao futuro do euro. Schaeuble disse ainda que até á data não tem qualquer oposição dos ministros das finanças da União Europeia face à sua candidatura à presidência do Eurogrupo.

O ministro alemão destacou a sua vontade de ter um papel activo no Eurogrupo “Como ministro das finanças alemão tenho de estar envolvido com intensidade” e descartou qualquer hipótese de uma possível renegociação ou alteração do pacto orçamental europeu, acordado com 25 dos 27 países que compõe a União Europeia.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Demissão de Berlusconi confirma crise em Itália

A taxa de juro de juro da divida italiana a dez anos ultrapassou ontem a barreira dos 7%. Apesar do anúncio da demissão de Silvio Berlusconi, as várias taxas de juro da dívida italiana continuaram a subir e superaram os 7%, marca que muitos analistas consideram economicamente insustentável.



O primeiro-ministro italiano anunciou, na terça-feira, que se demite após a aprovação no Parlamento das medidas de austeridade e reformas exigidas pela União Europeia. "A decisão de me demitir após esta votação, é um gesto de responsabilidade para com o país, para evitar que a deserção de alguns irresponsáveis possa, de forma irreparável, prejudicar a Itália, isto num momento de crise que é mundial", defendeu Silvio Berlusconi.

Ontem, a taxa de juro da dívida a dez anos chegou a atingir os 7,4%, tendo fechado a sessão nos 7,25%. As obrigações a um ano daquela que é a terceira maior economia da Zona Euro chegaram inclusive aos 9,46%. Gavin Jones, economista-chefe da Reuters, afirma que a Itália "parece estar a chegar, ou até superado, o ponto em que abraça a mesma dinâmica negativa já assumida pela Irlanda, Portugal e, antes deles, a Grécia". Para o economista da Reuters esta parece ser uma situação "muito difícil inverter".

Apesar da aprovação das medidas impostas pela União Europeia estar agendada para sábado, ainda não foi definida a forma de escolha do sucessor de Berlusconi, se através da formação de um Governo que obtenha a confiança do Parlamento ou através da dissolução do parlamento e consequente processo de eleição. Apesar de todas estas movimentações em Itália, Jean-Claude Juncker, presidente do Eurogrupo, deixou o aviso de que "a Itália tem de provar que merece toda a nossa confiança. A Itália tem não só de anunciar medidas, como de as implementar".

Eliano Marques, Nicole Matias e Tomás Tim-Tim

sexta-feira, 25 de março de 2011

Miguel Portas: "Passos Coelho foi a Bruxelas levar três puxões de orelhas"

No dia em que Passos Coelho foi a Bruxelas explicar porque chumbou o PEC, Miguel Portas não poupou o líder social democrata a duras críticas.

Para Miguel Portas, Pedro Passos Coelho foi a Bruxelas tentar explicar porque foi o único partido Europeu a chumbar um PEC, e acabou por levar "um puxão de orelhas de Angela Merkel, um puxão de orelhas de Durão Barroso e um puxão de orelhas de Jean-Claude Juncker, o presidente do Eurogrupo". E acrescentou, "estamos perante alguém que tem aquilo a que se poderia chamar a coluna vertebral de um caracol", isto porque, depois de derrubar o governo por não concordar com as severas medidas do PEC, vem "exactamente no dia seguinte a Bruxelas dizer que assume todos os compromisso que foram assumidos pelo primeiro-ministro".

O Presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, diz ter ficado descansado com a conversa com Passos Coelho: "O líder do PSD também se comprometeu com os objectivos que já tinhamos definido em comum". Já Angela Merkel considera "importante" que o PSD apresente as medidas alternativas que tem para fazer Portugal cumprir os objectivos, depois de ter chumbado o PEC.

Este é o vídeo do programa "Conselho Superior" da Antena 1, de título - O farsolas e o pote - onde se pode ver e ouvir a opinião do Euro-Deputado Miguel Portas acerca do chumbo do PEC e da ida de Passos Coelho a Bruxelas:




Fontes: bola.pt, beinternacional.eu, ciberjunta.com

segunda-feira, 21 de março de 2011

Juncker diz que compromissos assumidos por Portugal devem ser cumpridos

Fotografia: Lusa

O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, recusou, esta segunda-feira, comentar a situação política portuguesa e o possível "chumbo" do PEC IV, mas lembrou que os compromissos assumidos por Portugal devem ser respeitados.

"É evidente que há compromissos que foram assumidos por Portugal e não podemos afastar-nos de compromissos assumidos", afirmou o responsável, lembrando que as medidas do próximo PEC foram "tomadas e anunciadas pelo Governo português e endossadas pela Comissão Europeia e Banco Central Europeu (BCE)".

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Juncker desvaloriza queda do euro

O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, está preocupado com a velocidade da desvalorização do euro mas não vê justificação imediata para intervir no mercado cambial.

Depois de uma reunião com o ministro das Finanças do Japão, Naoto Kan, Jean-Claude Juncker afirmou estar "um pouco preocupado com a rapidez" com a desvalorização do euro. No entanto, questionado com a intervenção da Europa no caso do processo de declinio do euro acelere, Juncker considerou não ser "um assunto para uma acção imediata".

Os comentários do presidente dos ministros das Finanças da zona euro (Eurogrupo) surgem um dia depois de o euro ter caído para níveis de mais de quatro anos (abaixo de 1,22 dólares), numa reacção à decisão da Alemanha de banir o "naked short-selling" sobre títulos de dívida pública.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Eurogrupo satisfeito com medidas de Portugal e Espanha

Jean Claude Junker, presidente do Eurogrupo, afirmou ontem, no final da reunião dos ministros da Finanças da zona euro, em Bruxelas, que está satisfeito com os planos de austeridade apresentados por Portugal e Espanha para combater o défice.

[Ouça aqui]
Luís Ochoa, correspondente da ANTENA 1 em Bruxelas
apresenta-nos as ideias essenciais do Ecofin

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Eurogrupo elogia medidas «corajosas» de Portugal e Espanha

O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, disse que as medidas de austeridade recentemente anunciadas por Portugal e Espanha são «corajosas» e «indicam uma trajectória de ajustamento» orçamental «satisfatória».

O líder dos ministros das Finanças da Zona Euro considerou os planos de Portugal e Espanha «corajosos», acrescentando que satisfazem o Eurogrupo.

No inicio do mês, Jean-Claude Juncker afastou qualquer risco de contágio da crise grega a outros países, como a Espanha ou Portugal, bem como o colapso da Zona Euro.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Grécia Sem Apoio Financeiro do Eurogroup



O presidente do Eurogroup, Jean-Claude Juncker, disse que os países da zona euro vão garantir a estabilidade da moeda mas não deve ser necessário ajudar a Grécia. Nas declarações feitas na passada sexta-feira numa rádio alemã, Juncker afirma que vão prestar ajuda ao país mas que não devem ser os contribuintes alemães a resgatar a Grécia.

“Continuamos a achar que a Grécia deve sair desta situação por ela mesma. Eles têm mesmo de fazer algo. Estão a fazer neste momento.”

Disse ainda que “se isto não for suficiente, a zona euro está preparada para garantir a estabilidade financeira da Europa, mas não penso que isso seja necessário pois espero que os mercados financeiros registem que o governo grego tem objectivos bem delineados e que estão a agir correctamente.”

Quando questionado se iria existir ajuda financeira, Juncker disse que não vão entrar com dinheiro para resgatar a Grécia. “Não, não vamos fazer issso. Só estamos a dizer aos mercados financeiros que não iremos deixar o país sozinho mas não queremos dar a ideia que vamos simplesmente dar dinheiro.”

Estes comentários vêm no seguimento da opinião geral dos líderes Europeus que acreditam na necessidade da Grécia resolver os seus próprios problemas mas que não será abandonada.