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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Europa seduz africanos, euro nem por isso


Europa seduz africanos, euro nem por isso

"Vinte contos, era muito dinheiro pá! Era mesmo muito dinheiro. Vivia-se, mil vezes melhor!" recorda Timóteo Candubo. A opinião do angolano é comum a alguns imigrantes oriundos dos países de língua oficial portuguesa.
Leia aqui a reportagem.



sexta-feira, 13 de maio de 2011

Oli Rhen diz que Grécia precisa de reforma orçamental




O Comissário Europeu dos Assuntos Económicos e Financeiros, Oli Rhen, disse esta sexta-feira que a situação grega é "muito séria" e que é necessário implementar concretizar novas reformas orçamentais "ainda este ano" para equilibrar a economia do País.

Segundo Rhen, as novas medidas orçamentais explicam-se: "Devido a um inesperado fraco crescimento no ano passado" e "às suas consequências" disse em conferência de imprensa aos jornalistas da citado pela Bloomberg.

Afirmou ainda que a situação da Grécia será discutida na próxima reunião de Ministros das Finanças da zona euro, que se inicia na próxima segunda-feira.

Quanto ao programa de ajuda a Porugal, o comissário europeu mostrou-se satisfeito com o acordo alcançado com na Finlândia sobre a ajuda financeira a Portugal.

Pode ver a notícica: Aqui(JornalNegócios, Online) e Aqui(AthensNews)

sábado, 30 de abril de 2011

Eurodeputados aprovam sanções "mais pesadas" para défices excessivos





O Parlamento Europeu aprovou um pacote legislativo de medidas sancionatórias mais pesadas para os países com défices excessivos. O objectivo da Comissão Parlamentar dos Assuntos Económicos e Monetários é acabar com as causas da actual crise, provocadas pelos desequilíbrios da economia europeia e a propensão dos governos para financiarem as despesas aumentando a dívida.



As medidas sancionatórias estabelecem que os países que prestarem falsas declarações sobre as contas nacionais deverão ser sujeitos a uma coima correspondente a 0,5% do seu PIB. Por outro lado, as sanções a aplicar quando não for dada resposta aos desequilíbrios macroeconómicos, correspondentes a 0,1% do PIB, deverão ser introduzidas após o primeiro incumprimento da recomendação. Em caso de incumprimento persistente, a coima será aumentada para 0,3% do PIB.



Os eurodeputados defendem que a Comissão Europeia deve reforçar a fiscalização e as medidas a adoptar em caso de défice excessivo, para que os Estados-Membros tenham menos espaço de manobra nesta matéria.



Apesar das sanções, a comissão ECON defende igualmente que a Comissão Europeia eve permitir que os Estados-Membros continuem a fazer investimentos que sejam benéficos a longo prazo.


Fonte: Parlamento Europeu

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Eurodeputados não abdicam de viagens em executiva

Miguel Portas quis que os eurodeputados deixassem de viajar em classe executiva

A proposta do eurodeputado do Bloco de Esquerda, Miguel Portas, para acabar com as viagens em primeira classe nos voos com duração inferior a quatro horas. foi rejeitada pelo Parlamento Europeu por 402 votos contra, 216 a favor e 56 abstenções.

A favor do fim de voar em classe executiva estiveram todos os eurodeputados do Bloco de Esquerda - Miguel Portas, Marisa Matias e Rui Tavares -, os dois da CDU - Ilda Figueiredo e João Ferreira - e quatro socialistas - Luís Paulo Alves, Elisa Ferreira, Ana Gomes e Vital Moreira. Contra o fim da regalia votaram todos os eurodeputados do PSD, José Manuel Fernandes, Paulo Rangel, Regina Bastos, Carlos Coelho, Mário David, Maria do Céu Patrão Neves e Nuno Teixeira.

Também Capoulas Santos e Correia de Campos, do PS, votaram contra o fim das viagens em primeira classe, cujo objectivo era reduzir custos.A social democrata Maria da Graça Carvalho e os dois eurodeputados do CDS-PP, Nuno Melo e Diogo Feyo, faltaram à votação, enquanto a socialista Edite Estrela absteve-se.

Lajos Bokros, um deputado conservador da Comissão de Orçamento, ironizou sobre aquilo a que assistiu na sessão plenária: "À luz da situação dificil em que Portugal está, é estranho ver um português, supostamente conservador, lutar por mais dinheiro e um português de esquerda a lutar por prudência orçamental."

Horas antes do voto na sessão plenária, Miguel Portas fez um apelo a todos os eurodeputados: "Desculpem lá, mas não é normal que deputados que viajaram sempre em económica tenham passado a fazê-lo em executiva mal os voos começaram a ser reembolsados ao bilhete e não ao quilómetro."

E acrescentou: "Eu não compreendo como é que pode haver aqui deputados que não hesitam em defender, nos seus países, políticas de austeridade e de redução do salário e da pensão, mas que quando chega ao momento de decidir sobre o seu próprio dinheiro, aí a austeridade fica à porta de casa. Isto não é sério, meus amigos. Isto é indecente e muito triste."

Fonte: Agência Financeira

Olli Rehn diz que Portugal deverá precisar de 80 mil milhões

Olli Rehn diz que o processo de apoio a Portugal terminará em meados de Maio
O programa de ajuda à Portugal atingirá provalmente os 80 mil milhões de euros, disse, em confêrencia de imprensa, o comissário europeu dos assuntos económicos, no final da reunião dos ministros das Finanças da zona euro.

Olli Rhen avançou, ainda, que os trabalhos para a aprovação da assistência financeira a Portugal terminarão em meados de Maio.

Em breve vai chegar, a Lisboa, uma equipa de elementos da Comissão Europeia, Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional, para avaliarem com as autoridades governamentais as necessidades financeiras de Portugal.

O Governo Portugues dirigiu um pedido de assistência financeira à Comissão Europeia na passado dia 6 de Abril.
Fonte: DN

terça-feira, 5 de abril de 2011

Uma visão da Europa

segunda-feira, 4 de abril de 2011

FMI pressiona Grécia para reestruturar a dívida

O Fundo Monetário Internacional (FMI) não acredita que as actuais medidas de austeridade, aplicadas pela Grécia, sejam suficientes para acalmar os mercado, revela o Der Spiegel,. O jornal, não identificando fontes, noticiou que a hipótese de uma reestruturação da dívida grega foi discutida entre representantes do FMI e dos governos europeus.
O FMI negou, entretanto, à agência Reuters que qualquer pressão esteja a ser feita sobre a Grécia. “Como temos dito, constantemente, o FMI apoia a posição do Governo grego em não reestruturar a dívida assim como a sua determinação em cumprir as obrigações a que se comprometeu”, informou um porta-voz do FMI à agência noticiosa.
O ministro das Finanças grego George Papaconstantinou também informou a Reuters que uma reestruturação não está a ser ponderada. Considera que "os custos de uma reestruturação ultrapassariam em muito os benefícios que ela traria."
Segundo o Der Spiegel, o FMI mostra-se relutante em tornar esta posição pública, por recear que aumente a pressão dos mercados sobre Portugal.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Défice público atinge os 8,4% do PIB em 2010


O défice de 2010 não é de 7,3% do PIB, como foi inicialmente anunciado pelo Governo, mas sim de  8,4%, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE) no quadro do Procedimento dos Défices Execessivos. 

O aumento de cerca de três mil milhões de euros é explicado pela contabilização das ajudas ao BPN e BPP e pelo défice de três empresas públicas do sector dos transportes.

José Gomes Ferreira, subdirector e especialista da SIC em assuntos económicos, disse, no Primeiro Jornal, que o governo não é o único culpado. "As contas já existiam há muito tempo e Bruxelas também já sabia e andava a esconder tudo´´, afirmou.

O ministro das Finanças explicou ao SOL que este agravamento do défice se deve à nacionalização do BPN e ao sector dos transportes publico.