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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Itália volta a tremer



Um sismo de magnitude 6,6 atingiu na madrugada de domingo o centro de Itália. Foi sentido em Roma e foi mais intenso do que o que matou mais de 300 pessoas em agosto.

Fonte: Jornal O Globo

Não há registo de vítimas mortais, no entanto o responsável pela Protecção Civil italiana, Fabrizio Curcio, disse numa conferência de imprensa que há pelo menos uma dúzia de feridos, e um em estado grave. A CNN avançou que o número de feridos subiu para 20.

Fonte: Observador

Além de ter causado vários desabamentos de casas já afetadas por sismos anteriores, o sismo destruiu a Basílica de São Bento, em Núrsia, e levou ao corte de muitas estradas no centro de Itália.

Fonte: Google
O Governo italiano anunciou na quinta-feira que ia disponibilizar 40 milhões de euros para ajudar as pessoas afetadas.


Fontes: Observador, Jornal de Notícias.

Ângela Dias, 21404143
Renata Carromeu, 21402525
Vera Carrasqueira Vaz, 21401186

sábado, 7 de dezembro de 2013

Comissão Europeia lança programa EUROSUR para proteger navegação marítima



A Comissão Europeia arrancou na segunda-feira com EUROSUR, um novo mecanismo para salvar a vida aos imigrantes e controlar a criminalidades nas fronteiras dos Estados-membros.

Comissária europeia Cecilia Malmström (Fonte: GAIS)
A comissaria europeia para os Assuntos Internos Cecilia Malmström congratulou-se com o lançamento do EUROSUR. Ela disse que «trata-se de uma verdadeira resposta europeia para salvar as vidas dos migrantes que viajam em embarcações sobrelotadas e inadequadas à navegação marítima, para evitar novas tragédias no Mediterrâneo e também para deter as lanchas rápidas que transportam drogas. O êxito de todas estas iniciativas depende em grande medida da rapidez do intercâmbio das informações e da coordenação dos esforços entre as agências nacionais e europeias.

Cecilia Malmström adicionou que «o EUROSUR proporciona esse quadro, no pleno respeito das obrigações internacionais».

Este novo mecanismo europeu transfronteiriço não só servirá para combater o tráfico de seres humanos ou o tráfico de droga, mas também para evitar tragédias como aquelas de Lampedusa, onde centenas de pessoas perderam a vida quando tentavam chegar à Itália.

No comunicado de imprensa da comissaria europeia dos Assuntos Internos diz que o EUROSUR junto com o FRONTEX (Agência Europeia para as Fronteiras) trabalharam em conjunto no pleno respeito das obrigações europeias e internacionais, nomeadamente o princípio da não repulsão. Este novo mecanismo será em grau de detectar e presta assistência às pequenas embarcações em dificuldades.

O EUROSUR será introduzido em duas fases, na primeira fase, em vigor desde segunda-feira, nos 18 Estados-Membros da UE nas fronteiras externas meridionais e orientais, por um lado, e na Noruega, país associado ao espaço Schengen, por outro. Na segunda fase, a partir de 1 de Dezembro de 2014, Os restantes 11 Estados-Membros da UE e países associados ao espaço Schengen aderirão ao EUROSUR. As diferentes componentes do EUROSUR serão objecto de actualização constante nos próximos anos.

Catherine Eisele do Centro de Estudos de Política Europeia (CEPS) questionou os custos reais do EUROSUR para os contribuintes europeus, dado o alto padrão tecnológico envolvido como satélites, câmaras de alta resolução e até drones podem vir a ser envolvidos nas operações.

Uso de drones no EUROSUR (Fonte: RT.com)
Catherine Eisele usou um estudo da Fundação Heinrich Boell de 2012, onde os investigadores indicaram que os custos poderiam chegar aos 840 milhões de euros, quando o Parlamento Europeu prevê gastar cerca de 340 milhões de euros nos próximos nove anos com o EUROSUR.

Outros criticam o EUROSUR de ser uma especie de "BIG BROTHER" e  de só servir para para impedir a imigração aos países da União Europeia.

Fontes: Comissão Europeia, DW.de, TVI24, RT

Rodrigo Rodrigues

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

União Europeia com receio de novos acidentes marítimos

Com receio de novas tragédias marítimas, como aquela que ocorreu na última semana em Lampedusa, a Comissão Europeia focalizou o seu encontro com os Ministros da Administração Interna da União Europeia sobre como combater estas tragédias.

Alliance/ZumaPress
Na reunião com os 28 ministros da Administração Interna, a Comissária Europeia Cecilia Malmstroem, propôs o reforço das patrulhas marítimas no Mediterrâneo “do Chipre a Espanha”. Esta proposta foi feita com o objectivo de tentar minimizar estes acidentes.

Desta tragédia já foram resgatados 235 mortos, mas o número final de vítimas pode aumentar.

O programa de patrulhamento das fronteiras da União Europeia, denominado Frontex, lançado em 2004, tem sofrido sucessivos cortes nos últimos anos. Este programa foi criado para tentar combater a imigração ilegal na Europa. Enquanto que em 2011 o programa contava com 118 milhões de euros, no ano passado baixou para 90 milhões e neste mesmo ano sofreu um novo corte, diminuindo para 85 milhões de euros.

Segundo dados italianos este ano já chegaram à sua costa 30 mil imigrantes, um número que disparou comparado com os outros anos.

Milene Rogado

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Merkel: Consolidação orçamental é necessária ao crescimento

Primeiro-ministro italiano e a Chanceler Alemã em Berlim  | Fotografia © Euronews

A chanceler alemã, Angela Merkel disse nesta terça-feira 30 de Abril, numa conferência de imprensa em Berlim, que não existe nenhuma contradição entre os planos de disciplina orçamental e os objectivos de crescimento económico,

Para Merkel “na Alemanha, a consolidação orçamental e o crescimento económico não são objectivos divergentes e têm que andar de mão dada para se conseguir maior competitividade e consequentemente mais emprego”. A chanceler insistiu ainda na ideia de que o principal objectivo é que “a Europa saia fortalecida depois desta crise”.

A conferência de imprensa realizou-se em conjunto com o novo primeiro-ministro italiano, Enrico Letta, que criticou as políticas de austeridade levadas a cabo em vários países europeus. “Queremos ver se a Europa mostra a mesma determinação em atingir o crescimento, como a que mostra para manter fortes as finanças públicas” disse Letta.

Alemanha e Itália mostraram-se dispostas a manter fortes relações diplomáticas e a apostar mais nas suas relações económicas.

Pode assistir à conferência de imprensa na íntegra, aqui.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Mario Draghi quer que Itália mantenha austeridade


Mário Draghi considera essencial que a Itália mantenha as reformas estruturais.
 Foto: www.europeanvoice.com

O presidente do Banco Central Europeu (BCE) defendeu que a Itália deve manter as reformas estruturais em curso, de forma a conseguir recuperar mais rapidamente da crise em que se encontra.
Mario Draghi,  citado pelo European Voice, falou após mais um Conselho do BCE em Frankfurt, quinta-feira dia 7 de Março, e alertou para os perigos da nova onda anti-austeridade, que se formou após as eleições em Itália.  Um resultado que faz com que neste momento os partidos do centro esquerda estejam a discutir a formação de um governo.
Draghi mostrou-se ainda preocupado com a queda da procura interna e das exportações na zona euro, que pode atrasar a retoma prevista para o segundo semestre deste ano.
No entanto, as palavras mais incisivas do presidente do BCE foram para o seu país, e tiveram como alvo Pier Luigi Bersani, líder do centro esquerda de Itália, e que está neste momento a tentar formar um governo para que o país lute para sair daquilo a que ele chamou a “jaula da austeridade”.

Mario Draghi acredita que a Itália deve seguir o caminho que alguns países da zona euro estão a trilhar, de modo a “baixar os spreads, ganhar a confiança dos mercados e, consequentemente, melhorar a economia e baixar o desemprego”.
Outro dos aspectos destacados pelo presidente do BCE, foi o facto de os mercados não terem reagido negativamente ao resultado das eleições italianas, o que significa, segundo Draghi, “que perceberam que vivemos em democracia”.

Leia aqui a conferência de imprensa de Mario Draghi na íntegra e em baixo o vídeo.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Ministra italiana chora ao anunciar plano de austeridade



Emocionada no momento em que teve de pronunciar a palavra "sacrifícios", a ministra do Trabalho e da Segurança Social italiana, Elsa Fornero, não conseguiu conter as lágrimas, nem acabar a apresentação do plano de austeridade do governo aprovado horas antes em conselho de ministros. Acabou por ser Mario Monti, o chefe do governo, a explicar o plano aos jornalistas.

"Nós - e isto custa-nos imenso, até psicologicamente - temos de pedir sac...", e mais não conseguiu dizer Elsa Fornero, quando apresentava em conferência de imprensa as medidas laborais previstas no designado decreto de "Salvação de Itália" que, prevê uma poupança de €20 mil milhões.

O plano Monti vai juntar-se aos do anterior primeiro ministro, Silvio Berlusconi que ascendiam a mais de €54 mil milhões. Segundo os primeiros cálculos feitos por analistas italianos, este novo pacote deverá implicar a perda de 1000 euros em 2012 no poder de compra de cada agregado familiar.

Paulo Martins

sábado, 26 de novembro de 2011

Merkel e Sarkozy afirmaram que o “colapso” de Itália será o fim do Euro


A chanceler alemã e o Presidente francês, num encontro em Estrasburgo, avisaram o primeiro-ministro italiano, Mario Monti, que “o colapso” da Itália levará inevitavelmente ao fim do Euro.



Durante a mini-cimeira que reuniu na quinta-feira os três dirigentes, Angela Merkel e Nicolas Sarkozy manifestaram confiança em Monti e no empenho do novo governo, “afirmando-se conscientes que o colapso de Itália levará inevitavelmente ao fim do euro e a uma interrupção do processo de integração europeia com consequências imprevisíveis", segundo um comunicado do governo italiano divulgado após um conselho de ministros.

O Primeiro-ministro de Itália reafirmou que o objectivo do país é o de atingir o equilíbrio orçamental em 2013 e garantiu que Roma vai aprovar brevemente as medidas destinadas a relançar o crescimento e acredita "no esforço comum destinado a encontrar soluções para a grave crise financeira e económica da zona euro”.

Este comunicado surge numa altura em que as taxas de juros para a Itália continuam a atingir recordes.



Rita Monteiro e Mónica Barros

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Itália: Oposição volta a exigir a demissão de Sílvio Berlusconi

Fotografia: Associated Press

O apelo surge depois do tribunal ter fixado a data do julgamento do primeiro-ministro italiano para 6 de abril.

António Di Pietro do Partido Valores de Itália afirma que o comportamento de Berlusconi lesa o próprio governo e o ministério do interior.

O chefe do governo italiano é acusado de abuso de poder e de ter praticado sexo com uma prostituta menor. Enfrenta uma pena de prisão mas Berlusconi diz que não está preocupado.

Reportagem Euronews

terça-feira, 4 de maio de 2010

Quem está a dever?



Veja aqui as dívidas da Irlanda, Grécia, Portugal, Itália e Espanha (em mil milhões de dólares): http://www.nytimes.com/interactive/2010/05/02/weekinreview/02marsh.html