Mostrar mensagens com a etiqueta FEEF. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta FEEF. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 27 de março de 2012

OCDE pede aumento dos recursos do Fundo de Estabilidade do euro

Angel Gurría (Fonte: theglobeandmail.com)

O secretário-geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Angel Gurría, apelou aos ministros das Finanças da Zona Euro para aprovarem o aumento dos recursos dos fundos europeus criados para financiar os países que percam acesso aos mercados financeiros.

Para Angel Gurría, os fundos deveriam ser autorizados a mobilizar “pelo menos um bilião de euros”, para que seja possível uma “crucial revitalização do crescimento e competitividade da economia da Europa”.
De acordo com o documento da OCDE, o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) e o Mecanismo de Estabilidade do Euro (MEE), devem "cobrir as necessidades dos países vulneráveis da zona Euro e contribuir para a recapitalização dos bancos europeus.
No comunicado, a OCDE considerou o reforço das “firewalls” da zona euro essencial e acrescentou, ainda, que mesmo não sendo necessário recorrer aos fundos europeus, “a disponibilização de ‘firewalls’ credíveis pode aumentar a confiança”.
A OCDE referiu também que a União Europeia precisa de um "ambicioso programa" de reformas estruturais com vista a potenciar o crescimento económico e a criação de emprego.


Firewalls: Na linguagem da crise do euro, são mecanismos de apoio, isto é, barreiras de segurança para os países que possam necessitar de ajuda. Na Internet, as firewalls controlam toda a actividade que se faz dentro de uma rede e filtram muitos serviços inseguros.


Merkel admite reforçar fundo de socorro para fazer face a “fragilidades” portuguesas e espanholas


Berlim abre a porta a uma maior dotação do fundo de socorro em antecipação da reunião do Ecofin


A chanceler alemã Angela Merkel abriu a porta à utilização em simultâneo do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) e do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), aumentando a dotação dos fundos de socorro para 700 mil milhões de euros no total, em conferência de imprensa em Berlim na segunda-feira.

As razões para o possível reforço prendem-se com a existência de “uma sensibilidade ou uma fragilidade relativamente grande” nos mercados financeiros em relação à evolução das taxas de juro da dívida portuguesa e espanhola. Merkel deixa cair, assim, a sua oposição ao aumento de dotação do fundo de socorro, em antecipação da reunião do Ecofin esta sexta-feira, em Copenhaga.

Com a já acordada dissolução do FEEF até Julho deste ano, entrará em vigor o MEE, com uma dotação de 500 mil milhões, à qual poderão vir a acrescer os 200 mil milhões ainda previstos no funcionamento do FEEF. A chanceler alemã acrescentou também que este mecanismo “poderá ser a base” de uma maior intervenção do Fundo Monetário Internacional (FMI) no combate à crise europeia.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Moody's desce rating de Portugal

Foto: abola.pt
A agência Moody’s, que avalia o risco de crédito, desceu hoje a nota portuguesa de dívida soberana a longo prazo. A redução de um nível, de A3 para Baa1, é justificada pela agência com a crise política,orçamental e económica do país.«o custo actual do financiamento está a aproximar-se de um nível insustentável, mesmo no curto prazo», revela a Moody's em comunicado, citado pela Reuters.

Este corte no rating não deverá ser único, uma vez que a agência de notação colocou Portugal sob vigilância negativa. Agora, será a capacidade de Lisboa assegurar o financiamento a médio prazo que definirá ou não uma nova redução da nota portuguesa. Segundo a Moody's, o novo Governo que sair das eleições de dia 5 de Junho vai pedir dinheiro ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) com carácter de urgência.

A agência acrescentou que a alteração ou manutenção do rating do país no nível Baa1 será “criticamente influenciada” pela capacidade do país garantir fontes sustentáveis de financiamento a médio prazo e pela capacidade das instituições políticas “para manterem o rumo de consolidação fiscal e reformas estruturais”.

Fonte: Público, Tvi24