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terça-feira, 7 de junho de 2011

Passar fronteira, um pesadelo do passado


Alfredo Mendes, contrabandista, confessa que "hoje com shengen, é impossível". As histórias de um pescador, de um comandante da marinha e um camionista que revisitam os anos 80 em que Portugal ainda não beneficiava do acordo de Shengen.

Leia aqui as histórias de quem conhece as vantagens da livre circulação e como hoje esse espaço está ameaçado.

Reportagem

Como era viajar nos anos 80 e agora

segunda-feira, 7 de março de 2011

OCDE recomenda aumento da idade da reforma em Portugal


(Foto: Jornal de Negócios)


Portugal pode estar no rumo de um aumento efectivo da idade legal da reforma. A recomendação vem por parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), enquanto Bruxelas pede restrições às pensões antecipadas.


De acordo com a edição de hoje do Jornal de Negócios, a reforma da Segurança Social feita em 2007 pode não ser suficiente. Numa altura em que desemprego tem um impacto nas contas da Segurança Social, a dependência política e financeira da Zona Euro e o exemplo seguido por vários parceiros europeus poderão «empurrar Sócrates ou o seu sucessor para mais uma impopular decisão» adianta o jornal.

Actualmente em Portugal a idade legal de aposentação é de 65 anos. Assim há a possibilidade de esta aumentar para 67 anos.

Fonte: Jornal de Negócios

Juros disparam e atingem máximo histórico



Os juros da divida pública portuguesa voltaram a subir esta segunda-feira, atingindo valores máximos históricos.

A taxa de juros das obrigações a cinco anos avançou 17,4 pontos base para os 7,521%, o que corresponde um máximo desde o euro. Enquanto no prazo a 10 anos, os juros subiram 10 pontos base para 7,549%. Já as obrigações a dois anos registaram uma descida do juro de 1,7 pontos base para 4,595%, contrariando a tendência registada nos restantes prazos.

Esta subida deveu-se ao nervosismo dos mercados no acesso ao crédito a Portugal, numa semana que será marcada por uma reunião dos líderes da Zona Euro. Também esta semana será decisiva para o país saber se poderá contar com instrumentos de financiamento da Zona Euro de forma a evitar a ajuda externa do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Os juros da divida pública atingiram valores máximos, no mesmo dia em que a agência de notação financeira Moody's cortou três niveis do “rating” grego, o que provocou uma enorme contestação por parte do governo grego.


Fontes:
Diário Económico, Jornal de Negócios, Correio da Manhã

REPORTAGEM (RTP): Juros da dívida portuguesa voltam a subir

Crise nacional pode levar a adiamento do TGV


(Foto: Jornal de Negócios)


A Comissão Europeia anunciou, esta segunda-feira, que está disposta a um adiamento parcial das obras do TGV, tendo em conta a presente situação orçamental de Portugal. Estes esclarecimentos por parte do comissário europeu da Política Regional, Johannes Hahn, surgem na sequência de uma carta enviada pelo eurodeputado do CDS-PP, Diogo Feio.

O eurodeputado afirmou que é “um abrir de portas por parte da Comissão à possibilidade do estado português negociar a suspensão do TGV” e aproveitou para enviar um recado ao primeiro-ministro, José Sócrates, "algo muito simples em relação ao TGV: não há em Portugal dinheiro para isto, aproveite a oportunidade que a Comissão Europeia lhe está a dar, negoceie e suspenda a obra".

Quanto às linhas de alta velocidade Lisboa-Porto, Porto-Vigo e Lisboa-Madrid, o comissário responde ao eurodeputado sublinhando que "Não seria apropriado construí las em simultâneo a partir de fundos exclusivamente, ou maioritariamente, públicos".


Fontes: Jornal de Notícias, Rádio TSF, TVI24, Público, Jornal de Negócios

Oiça as declarações de Diogo Feio à rádio TSF
(clique aqui para ouvir)

Banca portuguesa cada vez mais dependente do BCE


(Foto: Jornal de Notícias)

O financiamento dos bancos portugueses junto do Banco Central Europeu (BCE) voltou a aumentar em Fevereiro ao atingir 41.078 milhões de euros, um valor máximo desde Agosto de 2010.

De acordo com os números avançados pelo Banco de Portugal, os bancos residentes em Portugal tinham 41.078 milhões de euros em financiamento junto do BCE no final de Fevereiro, mais 70 milhões face a Janeiro.

Em Agosto de 2010 a banca tinha créditos junto do BCE na ordem dos 49.124 milhões de euros, depois de em Julho desse mesmo ano ter atingido os 48.834 milhões de euros, ao juntar os mecanismos de cedência de liquidez que o Banco Central Europeu disponibiliza aos bancos europeus.

Já o valor atingido em Fevereiro representa o terceiro aumento consecutivo em contas de final de mês, depois de ter reduzido bruscamente entre final de Outubro e de Novembro.

Fontes: Jornal de Negócios Jornal de Notícias
, Lusa, Diário Económico

domingo, 6 de março de 2011

Presidente do fundo de resgate diz que Portugal e Espanha não precisam de ajuda


(Foto: Lusa)


O presidente do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF), o alemão Klaus Regling, salientou numa entrevista à rádio pública austríaca que neste momento não espera que Portugal e Espanha precisem de pedir o resgate.

Regling referiu à rádio ORF que “Nesta altura parece que [a Irlanda será o único país a recorrer ao FEEF]. Já não vejo qualquer necessidade de ajudar Espanha” e realçou que “Portugal ainda tem que fazer algum trabalho” para não ter que recorrer ao resgate internacional.

“Os mercados estão a especular sobre se um país como Portugal poderá ter que recorrer à ajuda”, declarou, afirmando que outros países que até há algumas semanas e meses os mercados também pensavam que necessitariam de ser resgatados estão hoje num diferente estádio de desenvolvimento".

Já em Espanha, o presidente reforçou que “as extensas medidas de consolidação orçamental e as reformas estruturais realizadas” levam os mercados a acreditar que o país não precisa do dinheiro do fundo de resgate europeu.

O actual mecanismo de resgate de Bruxelas, com o apoio do Fundo Monetário Internacional (FMI), tem uma capacidade total de 440 mil milhões de euros. No entanto, o FEEF não pode utilizar a totalidade dos 440 mil milhões de capacidade que tem previstos devido às necessárias reservas de capital impostas pelas agências de notação financeira, estando a capacidade 'utilizável' estimada em cerca de 250 mil milhões de euros.


Fontes:
Jornal de Notícias, RTP

UE envia missão à Líbia antes de cimeira


(Foto: Diário Económico)

A alta representante da União Europeia (UE) para a Política Externa, Catherine Ashton, enviou hoje para a Líbia, uma equipa de observadores com a missão de analisarem a situação do território antes da cimeira extraordinária de líderes europeus.

A missão, de carácter técnico, é a primeira a ser enviada desde o inicio dos confrontos contra o regime de Muhammad Kadafi. O actual director de Resposta a Crises e Coordenação do Serviço Europeu de Acção Externa (SEAE), Agostino Miozzo, vai dirigir esta missão, que terá como objectivo principal avaliar a situação humanitária na Líbia e fornecer elementos sobre necessidades adicionais à comunidade internacional.

Os chefes de Estado e Governo da UE encontram-se para discutir a situação na Líbia e no Norte de África. O encontro solicitado pelo presidente Francês, Nicolas Sarkozy vai decorrer no próximo dia 11, em Bruxelas.

Fontes: Diário Económico, Rádio Renascença, Agência Efe

sábado, 5 de março de 2011

Governo desafia parceiros sociais para tranquilizar mercados


(Foto: Lusa)


O Governo quer levar um sinal de compromisso entre os parceiros sociais portugueses ao Conselho Europeu extraordinário na próxima sexta-feira, em Bruxelas. A ideia é usar este acordo como um trunfo reformista para dar tranquilidade aos mercados.


De acordo com a RTP, a ministra do Trabalho, Helena André, esteve reunida com os representantes da CIP, UGT e CGTP, a quem propôs uma “declaração conjunta sobre um acordo tripartido para a competitividade e o emprego”. O objectivo deste projecto resume uma simplificação dos processos do “lay-off”, a redução do custo dos despedimentos e valor de indemnizações, para que Governo, patrões e sindicatos contribuam para a credibilidade de Portugal junto da Europa e dos mercados.

A CGTP já fez saber que não vai assinar a declaração, enquanto a UGT ainda não decidiu. António Saraiva da Confederação da Industria Portuguesa (CIP) disse que a “proposta merece receptividade” e considera importante que sejam dados sinais positivos a Bruxelas.


Fontes: SIC, RTP, Jornal de Negócios


REPORTAGEM (SIC): Sócrates pediu aos parceiros socais para pré-acordo de concertação

António Serrano explica a subida de preços como um “fenómeno internacional”


(Foto: Jornal de Negócios)

O ministro da Agricultura, António Serrano, defendeu hoje que a escalada de preços dos produtos agroalimentares “é uma matéria que cada país, por si só, não controla, porque é um fenómeno internacional, mas que nos preocupa”. Acrescenta ainda, “Naturalmente, temos que dar um contributo”, no combate a esse fenómeno, “reforçando a nossa produção nacional” e “é isso que estamos a fazer”.

Isto acontece, dias depois de se conhecer que os preços internacionais dos produtos básicos atingiram "valores recorde" em Fevereiro.

Quanto à formação dos preços, o ministro da Agricultura frisou, "depende" dos investimentos financeiros e da procura mundial de alimentos e resulta de "impactos negativos de catástrofes naturais", como secas e cheias, que "destroem culturas e levam à redução dos 'stocks' de produtos alimentares".


Fontes: Público, Diário de Notícias

Silva Peneda: Portugal precisa de crescimento económico para ter a confiança dos mercados


(Foto: Diário Económico)

Silva Peneda, presidente do Conselho Económico e Social, salientou ontem que Portugal só recuperará a confiança dos mercados quando a sua economia voltar crescer.

“Como é que Portugal pode crescer economicamente a pagar taxas de juro a médio prazo de 7% e de 4%, com um ritmo de crescimento económico negativo e com falta de crédito?, questionou o presidente.

Silva Peneda sublinhou que não bastam medidas de contenção orçamental, é necessário haver instrumentos que façam com que a economia cresça.

O responsável concluiu o seu discurso ao afirmar que a Comissão Europeia, liderada por Durão Barroso “deve ter um papel mais activo do que tem tido” e que só a Comissão poderá ter uma proposta com visão europeia. “Mais tarde ou mais cedo a Zona Euro vai ter uma abordagem sistemática”.


Fontes: Diário económico, Jornal de Negócios

Cimeira da UE será determinante para Portugal e Espanha


(Foto: Jornal de Negócios)

O primeiro-ministro grego, Georgios Papandreou, defende que as decisões que venham a ser tomadas pelos líderes da UE, no final do mês, serão determinantes para evolução da crise na Península Ibérica.

“Os dois países estão a passar por um momento muito crítico. As decisões que venham a ser adoptadas pela UE serão decisivas para Espanha e Portugal” declarou Papandreou no decorrer de uma reunião de dirigentes do Partido Socialista Europeu (PSE) em Atenas.

O primeiro ministro da Grécia admite que os dois países [Espanha e Portugal] estão a gerir correctamente a sua divida e o défice, incluindo a possibilidade de mais medidas adicionais. Por isso, em declarações à agência Efe, Papandreou ressalvou que "Portugal e Espanha não representam o mesmo que a Grécia e é injusto que sejam comparados" com o seu país.

As decisões tomadas pelos responsáveis comunitários, durante o mês de Março, vão ser decisivas para determinar se a crise da divida vai conduzir ao resgate de Portugal e Espanha.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Taxas Euribor sobem em todos os prazos


(Tabela elaborada por grupo 3)

As taxas de juro Euribor a que estão relacionados os juros de grande parte do crédito habitação em Portugal subiram hoje fortemente, depois de ontem o BCE ter anunciado a possibilidade de uma subida das suas taxas de referência em Abril.

A Euribor a seis meses, a mais usada no crédito à habitação, foi hoje fixada em 1,475% face a 1,385% ontem, registando a maior subida em quase três anos. A taxa a 12 meses acelerou até aos 1,924%, o valor mais elevado num ano, depois de se ter fixado ontem nos 1,385%.

Quanto à taxa a três meses que serve sobretudo nos empréstimos concedidos às empresas, disparou dos 1,098% para 1,162%, efeitos sentidos depois do presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, ter afirmado que “um aumento da taxa de juro na próxima reunião é uma possibilidade”.

Com base nos futuros sobre esta taxa interbancária, a mensalidade paga ao banco deverá apresentar um aumento de 15% até ao final do ano. Assim, a partir do próximo mês, é possível que a prestação para um crédito de habitação fique em cerca de 48 euros mais cara.


Fontes: Público, Jornal de Negócios, revista visão


REPORTAGEM (RTP): Prestações da casa vão ficar mais caras


Especulação das taxas de juro fazem euro subir



As recentes declarações do presidente do BCE, Jean Claude Trichet, sobre uma possível subida das taxas de juro de referência já no mês de Abril, fizeram com que o Euro subisse para os 0,22%, para 1,4008 dólares, o valor mais elevado desde 5 de Novembro.

Ben Bernanke referiu que a Reserva Federal (FED), no qual é presidente, não iria mudar a taxa de juro tão cedo.


Mesmo depois de ter sido divulgado que a taxa de desemprego nos Estados Unidos desceu em Fevereiro para 8,9%, o dólar continuou em queda em relação ao euro.

Fontes Jornal de Negócios, revista Sábado

Subida dos juros não vai afectar esforços no combate a Crise


Após o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, ter admitido a possibilidade de aumentar a taxa de juro da Zona Euro, actualmente em 1%, já no próximo mês de Abril, os juros da dívida pública da maioria dos países da região subiram.

A possibilidade que advém do intuito de combater pressões inflacionistas causadas pela subida dos preços das matérias-primas levam a que alguns investidores receiem que se agrave a crise da dívida.

A chanceler alemã Angela Merkel reuniu-se hoje com o primeiro-ministro do Luxemburgo, Jean-Claude Junker, e garantiu que o possível aumento da taxa de juro na Zona Euro não vai afectar os esforços no combate a crise da dívida. Junker não quis comentar, “nunca faço comentários sobre anúncios de juros”.

Fontes: Jornal de Negócios

quinta-feira, 3 de março de 2011

Subida do preço dos bens alimentares bate novo recorde em Fevereiro

(Foto: Amir Cohen/Reuters)

Os preços mundiais dos alimentos atingiram um novo recorde em Fevereiro, pelo oitavo mês consecutivo, segundo o índice de preços hoje apresentado pela organização das Nações Unidas para a alimentação e a agricultura (FAO)

A FAO adianta, esta quinta-feira que o índice que acompanha a evolução dos preços de 55 matérias-primas aumentou 2,2% até aos 236 pontos em Fevereiro, em comparação com os 230,7 pontos registados em Janeiro.

O aumento do preço destes bens alimentares foi impulsionado, sobretudo, devido à crescente procura e ao declínio da produção mundial de cereais, que no mês passado aumentaram 3,68%. Também os lacticínios subiram 3,97%, a carne aumentou 2%. Apenas o açúcar não sofreu aumento de preço.

Em declarações à agência lusa, o responsável da FAO, Abdolreza Abbassian, considerou que os preços "Até ao Verão deverão permanecer neste nível. Podem ir um pouco abaixo ou um pouco acima mas, a nossa previsão, é que não haja nenhuma correção substancial".

O responsável da divisão de mercados e comércio de cereais da FAO, explicou ainda, que os principais factores relacionados com estes aumentos são a diminuição dos 'stocks' mundiais e o aumento da procura por parte de países em forte desenvolvimento, que "não mostra sinais de abrandar, mesmo com os preços elevados".


Fontes: Diário de notícias, Público, Lusa

REPORTAGEM (SIC): Preço da comida voltou a subir em todo o mundo



Portugal pode perder o acesso aos mercados caso as cimeiras europeias falhem

(Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters)

Portugal corre o risco de perder o acesso aos mercados financeiros caso não se verifique uma “estratégia clara para preservar a estabilidade financeira” na zona euro. Segundo a agência de notação financeira Fitch, este ano pode ser o “principio do fim” da crise da divida.

A agência refere que os responsáveis financeiros e económicos do Eurogrupo mostram “incapacidade para concretizar a consolidação fiscal prometida” e, que isso irá “exacerbar as inquietudes sobre a solvência e poderá levar a notações negativas” de alguns países.

No que toca a Portugal, a Fitch está preocupada com o crescimento do país e analisa-o como de “frágil competitividade”. A agência avança ainda que existe um risco de o país perder o acesso aos mercados caso os líderes europeus da zona euro saiam da cimeira sem uma “estratégia alargada” a fim de resolver a divida.

A cimeira do Eurogrupo decorre a 11 de Março e do Conselho Europeu a 24 e 25 do mesmo mês.

A acrescentar a declaração de Kenneth Rogoff sobre o assunto. O antigo economista-chefe do Fundo Monetário Europeu (FMI) considerou em Fevereiro, que Portugal e Espanha deviam sair do euro até conseguirem equilibrar as suas finanças.


Fontes: RTP, Público

BCE poderá aumentar taxas de juro no próximo mês



O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, afirmou hoje que a instituição pode subir a taxa de juro de referência já a 7 de Abril, na reunião do conselho de governadores.

A autoridade monetária europeia decidiu hoje manter inalteradas as taxas de referência no mínimo histórico de 1%. Mas com o aumento dos preços das matérias -primas, sobretudo do petróleo e dos alimentos, o responsável referiu que "é possível, mas não é certo", um aumento da taxa de referência.

O presidente assegurou que se isso acontecer não significa “certamente o início de uma série de aumentos” e salientou que fará “tudo o que tiver de fazer para garantir a estabilidade de preços no médio prazo”.

Em quase dois anos é a primeira vez que o BCE admite vir a subir as taxas de juro, com o objectivo de travar a inflação que tem subido face à escalada de preços das matérias-primas. Se por um lado esta medida combate a inflação, por outro lado prejudica os países da zona euro que têm problemas de dívida, como Portugal.

As declarações, hoje anunciadas por Jean-Claude Trichet, surpreenderam economistas e analista que esperavam um aumento da taxa de referência apenas no segundo semestre do ano.


Fontes:

Público, Jornal de negócios, diário de notícias, Expresso


REPORTAGEM (SIC): Taxas de juro pode subir já em Abril

quarta-feira, 2 de março de 2011

Angela Merkel elogia o esforço de Portugal


(Foto: Diário económico)


A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou que nunca se abordou a hipótese de intervenção externa em Portugal durante o encontro de hoje com José Sócrates, em Berlim. O primeiro-ministro realçou que Portugal “tem condições para resolver os seus problemas sozinho”.

Em conferência de imprensa a seguir ao encontro Angela Merkel congratulou-se com o resultado das contas públicas de Janeiro e Fevereiro, de Portugal, divulgados por Sócrates, e acrescentou que Portugal tem adoptado medidas de austeridade corajosas e que “Portugal está num muito bom caminho”. Apesar de tudo a Chefe de estado alemã considera que é “preciso ir mais além”.

Sócrates sublinhou que “não é necessário ajuda externa” e que o resultado apresentado em Berlim das contas públicas do executivo português é “histórico”.

Para dar uma resposta comum à Zona Euro, o primeiro-ministro português considera que “as instituições europeias farão o que devem” e referiu com toda a certeza que existirá um “pacto para a competitividade que melhorará e aprofundará o projecto europeu”.


Fontes: Jornal de negócios, Correio da manhã, Diário de Notícias,Público