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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

União Europeia dividida sobre o orçamento 2014-2020

Ontem à noite realizou-se a Cimeira da União Europeia, em Bruxelas, com o objectivo de fazer um acordo sobre o orçamento comunitário para 2014-2020. Este orçamento tem sido difícil de aprovar, devido às diferenças que existem entre os Estados-membros.

  A família europeia continua dividida quanto
ao orçamento da União para 2014-2020.
De acordo com a EuroNews, Angela Merkel afirmou que vai trabalhar de forma "construtiva" para garantir um acordo e admitiu que a despesa não deve ser muito elevada em tempos de consolidação fiscal. Merkel admite que neste momento deverá ser impossível chegar a um acordo, e que este só deve ser realizado numa futura cimeira.

A França encontra-se mais satisfeita com a nova proposta apresentada pelo Presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, que defende a redução dos cortes nas áreas da coesão e da agricultura, sacrificando desta forma os fundos existentes para a competitividade, crescimento e emprego.

Foto de: EuroNews, pt.euronews.com
Daniela Fernandes

quarta-feira, 9 de março de 2011

Francisco Assis diz que a UE deve ajudar Portugal

O líder parlamentar do Partido Socialista, Francisco Assis

Foto: ionline

O líder parlamentar do PS, Francisco Assis, afirmou hoje que a União Europeia deve tomar medidas para apoiar Portugal no enfrentar da actual crise económica.

"Portugal tem estado a assumir as suas responsabilidades. Se a Europa tomar decisões que projectem a calma nos mercados financeiros, ajuda muito".

Assis salientou o esforço do país para evitar recorrer ao FMI. Deste modo, defendeu que Portugal deve prosseguir com esta atitude. "Devemos continuar por esse caminho, sem restrições de qualquer espécie".

O líder parlamentar admitiu que o PS tem "consciência das dificuldades" criadas pela necessidade de reduzir a despesa pública. Disse ainda que o governo não foi compreendido em todas as decisões tomadas, indispensáveis para a redução do défice orçamental.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Portugal, um dos mais pessimistas da UE



Apenas 5 por cento da população acredita que a condição económica pode melhorar no próximo ano, contrariamente aos 93 por cento que consideram a situação “má” ou “muito má”.

O Eurobarómetro sobre a Opinião Pública na União Europeia, realizado no Outono de 2010, revelou o pessimismo dos portugueses relativamente à situação nacional.

A Irlanda e a Grécia (com 98 por cento) e a Espanha (com 97 por cento) têm um maior nível de descontentamento e negativismo da população.

Os portugueses, reconhecem que a União Europeia é a instituição que melhor se adapta para agir contra a crise económica e financeira, e concordam com o facto de a moeda única reduzir os seus efeitos.

Este estudo demonstrou as baixas expectativas dos portugueses em relação à situação do emprego no seu país

terça-feira, 8 de junho de 2010

Consolidação orçamental em Portugal vai se manter após 2011


O ministro das Finanças assegurou, esta terça-feira, que Portugal vai prosseguir com as medidas de consolidação orçamental após 2011.

Teixeira dos Santos abordou o tema, no Luxemburgo, em resposta às declarações do comissário europeu, Olli Rehn, que avisou Portugal e Espanha para continuarem a consolidação orçamental depois de 2011.De acordo com o governante, as medidas anunciadas pelo Governo são suficientes para «atingir os objectivos» até 2011, de acordo com o Jornal de Negócios.

Pelo que, em 2011, há que «prosseguir com medidas de consolidação orçamental», até porque as estimativas apontam para que Portugal tenha, esta altura, um défice ainda acima dos 4 por cento.

sábado, 5 de junho de 2010

Hungria "preocupa" UE


O Governo húngaro reconheceu que a situação económica do país é muito grave e que apresentará um plano para evitar que o país vá no mesmo caminho da Grécia.

O porta-voz do novo Governo húngaro, Péter Szíjjártó, afirmou que a "economia húngara está em uma situação muito grave".

É claro que a economia está numa situação muito grave”, afirmou Szijjarto, citado pelo Jornal de Negócios. “Precisamos de um quadro claro para formular um plano de acção, e é isso que o comité nos vai providenciar”, acrescentou.

As medidas do executivo húngaro vão tentar melhorar a consolidação orçamental, visando ao mesmo tempo aumentar a competitividade económica do país. Não abdica do objectivo de cortar impostos, apesar de os últimos números conhecidos apontarem para um défice orçamental equivalente a 7% do PIB.

Este alerta sobre a situação económica da Hungria teve um efeito negativo nos mercados, com as bolsas europeias a acentuarem as perdas e o euro a recuar para mínimo de quatro anos, abaixo de 1,21 dólares.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Crise leva a aumento do endividamento na Europa

Um estudo feito pelo FMI e pela Comissão Europeia revela que, devido à crise, o aumento do endividamento europeu, nos próximos cinco anos, é inevitável. Para as gerações futuras não deixa de ser um "grave encargo", pois pode levar a que o nível de vida diminua nas próximas décadas.

Entre 2008 e 2015 estima-se que a dívida pública dos países mais avançados irá aumentar cerca de 40% em cada um, o que pode representar um aumento de juros e, também como consequência, pressionar os orçamentos nacionais. O apoio à crise realizado pelo próprio Estado resultou numa maior perda de montantes pelos países mais fortes, como o Reino Unido, Alemanha e EUA.

Só na União Europeia estima-se que 10% da população esteja desempregada. Isto deve-se ao facto da contracção ao crédito e a diminuição do investimento ter, igualmente, aumentado. As empresas procuram agora reduzir os custos para conseguir ultrapassar a crise e, ao mesmo tempo, manter o lucro. Uma das maiores consequências do aumento do desemprego é o facto de os pagamentos em subsídios de desemprego terem crescido. Mas esses montantes dispensados podem sofrer mudanças uma vez que, para os países realizarem a contenção social e reduzir os défices, terá que haver uma redução das prestações sociais.

[publicado pelo Diário Económico]

sábado, 29 de maio de 2010

Ministra da Saúde garante que a crise não afectará a qualidade do serviço Nacional de Saúde


A Ministra da Saúde,Ana Jorge, garantiu no passado sábado[28 de Maio] que não haverá cortes nos rendimentos do ministério relativamente aos tratamentos ou cuidados hospitalares, os doentes não serão prejudicados com as formas usadas para combater a crise económica.

"As terapêutas mais caras nem sempre são as melhores", afirmou a Ministra da Saúde que confirmou que não haverá cortes no orçamento do estado para os tratamentos dos doentes, de modo a que a crise não venha a afectar a qualidade do serviço Nacional de Saúde.Esta decisão foi tomada pela Ministra da Saúde,Ana Jorge, após ter visitado as unidades de tratamento oncológico com o Presidente da República e com o chefe de estado.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Comissário europeu apela a «reformas estruturais ambiciosas» na Europa


O comissário europeu para os Assuntos Económicos defendeu, esta terça-feira, que apesar do esforço necessário para a consolidação orçamental europeia, é preciso reformar os mercados de trabalho e liberalizar os serviços.

«Em paralelo com a consolidação fiscal, temos que avançar com medidas que aumentem o nosso potencial de crescimento», disse Olli Rehn. O responsável europeu disse, ainda, que se a União Europeia (UE) fizer «reformas estruturais ambiciosas nos próximos cinco anos» haverá «um potencial de crescimento superior a dois por cento por ano», cita o Jornal de Negócios.

Com este ritmo, diz Olli Rehn, a UE pode vir a criar mais de dez milhões de postos de trabalho e reduzir a taxa de desemprego para «cerca de três por cento no final da década». Caso contrário, avisa, a Europa pode estagnar.

Parlamento Europeu aposta na tecnologia


A aposta na tecnologia é uma realidade vivida neste momento no parlamento Europeu, mais de 730 eurodeputados vão receber o tablet da Apple, porém existem políticos que se mostram contra esta compra, uma vez que nos encontramos em crise.

O Parlamento Europeu decidiu fazer parte daqueles que dispõem do novo tablet da Apple, quando o aparelho chegar à Europa no dia 28 de Maio, os políticos vão ter um novo instrumento de trabalho mas esta evolução tecnológica irá custar cerca de 5 milhões de euros ao Parlamento Europeu.
O Parlamento Europeu irá sofrer a nível económico, uma vez que um IPad custa cerca de 590 euros e pelo facto de serem 736 deputados a receberem este aparelho, sem qualquer custo.

domingo, 23 de maio de 2010

Presidente da República não está surpreendido com a actual crise

O Presidente da República, Cavaco Silva, não está surpreendido com a actual crise económica que atravessa o país e afirma ser necessário conseguir-se a “estabilidade política”.

Numa fase em que o país atravessa uma das piores crises económicas de sempre, onde também é tempo de “arregaçar as mangas”, o Presidente da República não está surpreendido com a actual situação do país. Cavaco não deixou de ficar satisfeito com a rejeição da moção de censura do Governo que o PCP apresentou dia 21 e reafirmou que é importante a “estabilidade política e governabilidade" do país.

Cavaco Silva não realizou quaisquer comentários face às medidas de austeridade apresentadas pelo Governo e afirmou também que “Um país não pode aguentar durante muito tempo e gastar muito mais do que aquilo que produz. Esse é o nosso grande drama neste momento”.