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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Comissão Europeia suspende apoios à Hungria


O Primeiro-Ministro Húngaro Viktor Órban  (Foto: Reuters)

A Hungria pode perder quase 500 milhões de euros do Fundo de Coesão Europeu em 2013 por não ter corrigido o défice orçamental excessivo, de mais de 3% do PIB, que assinala desde que aderiu à União Europeia (UE) há oito anos. 

         A proposta de suspensão do fundo de coesão foi hoje entregue pela Comissão Europeia e sugere o congelamento de 29% do total de 1,7 mil milhões de euros que a Hungria deveria receber do Fundo, segundo o braço executivo da UE, em comunicado. 

        O Fundo de Coesão da União Europeia é co-financiador de investimentos dos países mais pobres da Zona Euro.

        O não cumprimento da redução do défice orçamental por parte do governo de Viktor Órban conduziu a esta decisão inédita por parte da Comissão Europeia, embora esta medida possa ser anulada caso a Hungria corrija os desequilíbrios. 

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Hungria vai pedir mais dinheiro ao FMI

Budapeste vai entrar em conversações oficiais com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e com a União Europeia (UE) para negociar uma extensão do pacote de ajuda de 25 mil milhões de dólares, que já recebidos em Outubro de 2008.

As reuniões com o FMI e a UE devem ocorrer em Agosto, nas quais o Governo hungaro vai vai informar os presentes sobre a situação económica do país. A Hungria tem um défice estimado de mais de 7%, mas ontem o Governo garantiu que o ia descer para os 3,8% ainda este ano e sem aumento de impostos.
[publicado pela Rádio Renascença]

sábado, 5 de junho de 2010

Hungria "preocupa" UE


O Governo húngaro reconheceu que a situação económica do país é muito grave e que apresentará um plano para evitar que o país vá no mesmo caminho da Grécia.

O porta-voz do novo Governo húngaro, Péter Szíjjártó, afirmou que a "economia húngara está em uma situação muito grave".

É claro que a economia está numa situação muito grave”, afirmou Szijjarto, citado pelo Jornal de Negócios. “Precisamos de um quadro claro para formular um plano de acção, e é isso que o comité nos vai providenciar”, acrescentou.

As medidas do executivo húngaro vão tentar melhorar a consolidação orçamental, visando ao mesmo tempo aumentar a competitividade económica do país. Não abdica do objectivo de cortar impostos, apesar de os últimos números conhecidos apontarem para um défice orçamental equivalente a 7% do PIB.

Este alerta sobre a situação económica da Hungria teve um efeito negativo nos mercados, com as bolsas europeias a acentuarem as perdas e o euro a recuar para mínimo de quatro anos, abaixo de 1,21 dólares.