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domingo, 4 de janeiro de 2015

Pacto une UE e Moldávia

Fonte: Parlamento Europeu
Com as eleições legislativas à porta, a Moldávia conseguiu ver aprovado um acordo de associação com a União Europeia que vai permitir a criação de uma zona de Comércio Livre Abrangente e Aprofundada. Este acordo vai permitir a troca comercial entre a Moldávia e os países pertencentes à UE.

Esta medida vai também facilitar a integração económica do país. A esta medida juntou-se a aprovação dos deputados sobre a resolução da comissão parlamentar dos Assuntos Externos (AFET) que tem como questão principal as acções desestabilizadoras da Rússia.

O Parlamento Europeu pretende que a Rússia "respeite plenamente a integridade territorial" da Moldávia e "a sua opção europeia". Isto porque a instituição europeia debateu-se há pouco tempo com a questão da anexação ilegal da Crimeia.

A Moldávia procura agora ser aceite e contrariar os efeitos do embargo russo aos seus produtos com o apoio dos eurodeputados.

Fonte notícia

Ana Catarina, Marta Mendes e Patrícia Franco (t,i,e)

domingo, 19 de outubro de 2014

Putin ordenada retirada das tropas Russas

Tropas Russas na Ucrânia
O presidente russo Vladimir Putin ordenou a retirada das tropas russas da Ucrânia. Após vários meses de exercicios militares envolvendo mais de 17 mil soldados, o ministro da defesa russo recebeu ordens para a retirada da região de Rostov.

Na próxima semana vai realizar-se uma cimeira em Milão que vai reunir vários lideres europeus, entre eles Angela Merkel. Nesta ocasião, o Presidente da Russia e o Presidente ucraniano, Petro Porochenko terão oportunidade de se encontrar.

A Ucrania acusa a Rússia de ter "estacionado" as suas tropas “perto da fronteira com o Leste da Ucrânia”, no entanto a Russia sempre negou qualquer envolvimento  no conflito que opõe os separatistas pró-russos a Kiev.

O processo de paz no leste da Ucrânia está cada vez mais ameaçada mesmo depois de ter sido instaurado um cessar fogo no principio de setembro. As duas partes acusam-se mutuamente de não estar a cumprir o acordo.

Na próxima terça-feira realizar-se-à um encontro em Paris entre o secretário de Estado norte-americano, John Kerry e o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, para discutir a crise ucraniana.

Fontes: Público; Diário de Noticias; Imagem

Bruna Gonçalves e André Contente

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Economia alemã abaixo do previsto para 2014

Sigmar Gabriel, ministro da economia 
O Governo Alemão anunciou que a economia do país vai crescer abaixo das previsões lançadas para 2014. Sigmar Gabriel, ministro da economia da Alemanha,  apontou a crise da Ucrânia como a principal razão para um crescimento abaixo do esperado.

Apesar de não ser possível alcançar os números previstos pelo governo, o ministro afirma ainda assim, que a economia da Alemanha se mantem em valores “muito razoáveis” face às outras economias da Europa, e que o facto da Ucrânia se encontrar numa situação económica mais instável afectou os investimentos no país e nas relações comerciais com a Rússia.

O governo alemão lançou em Abril uma previsão que apontava para um crescimento de 1,8% na economia de 2014, valores que provavelmente não serão alcançados. Em agosto, dados oficiais mostram que o PIB da Alemanha contraiu 0,2%. 

Fontes: Público, Observador, Diário Económico

Bruna Gonçalves e André Contente

domingo, 5 de janeiro de 2014

União Europeia suspende negociações de acordo com Ucrânia

A União Europeia suspendeu este domingo as conversações de associação com a Ucrânia por falta de um "compromisso claro" do Presidente. Cerca de 200 mil ucranianos concentraram-se na Praça da Independência em Kiev em manifesto contra Viktor Yanukovytch .

Manifestantes pró-europeus
protestam em Kiev
O manifesto foi resposta ao apelo feito pelos partidos de oposição, que tinham como objectivo fazer a maior manifestação desde sempre na Ucrânia. O protesto foi contra a decisão do presidente de privilegiar as relações com a Rússia em detrimento da UE, visto que ainda nao assinado o acordo de associação com a União Europeia.

A informação de que as negociações estavam suspensas foi anunciada pelo comissário de ampliação Europeia, Stefan Füle, através da sua conta pessoal do twitter. Segundo o comissário europeu, "as palavras e as ações do presidente e do governo em relação ao acordo de associação estão cada vez mais separadas."

A Ucrânia encontra-se numa situação crítica económica e financeiramente, com a Standard & Poor's a reduzir a notação do país, o que resultou no aumento dos juros da dívida. Apesar da tensão que se vive, o Presidente Yanukovitch fez uma visita oficial à China, de onde voltou com a promessa de uma ajuda de 8 mil milhões de euros.

A UE declara que as negociações só serão retomadas quando Kiev esclareçer as suas verdadeiras intenções.


Cátia Esteves e Isaura Quevedo

sábado, 30 de novembro de 2013

Ucrânia divide Rússia e a UE

O governo ucraniano suspendeu os acordos de livre comércio e reformas sociais com a União Europeia em troca de beneficiar acordos com a Rússia. Ontem, milhares de pessoas reuniram-se em Kiev num protesto contra esta decisão, o que levou a confrontos com a polícia.

O presidente Viktor Ianoukovicth, apesar de dizer que não tenciona virar as costas à UE tem, de acordo com a Euronews, encontros secretos com o presidente Putin, que terá pressionado o governante para não assinar o acordo. A Euronews adianta também que o afastamento com a antiga União Soviética é algo que o presidente não aceita.

De acordo com o jornal I, a UE emitiu em comunicado que critica a Rússia por exercer pressão. "É função da Ucrânia decidir livremente que tipo de compromisso procura ter com a UE", dita o documento.

Segundo o Notícias ao Minuto, Ianoukovicth pede paz no seu país, marcados pelo lançamento de gás lacrimogénio sobre os manifestantes.

Imagem: Público

Daniel Morgado e Diana Tavares

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Caso Timoshenko decide futuro da Ucrânia na UE



Sobem as tensões entre a Ucrânia e a União Europeia, após o adiamento por parte do parlamento ucraniano sobre a aprovação da lei que permita que a antiga Primeira-Ministra Iulia Timoshenko seja tratada na Alemanha. Timoshenko foi condenada a sete anos de prisão em 2011, e está hospitalizada há ano e meio por causa de uma hérnia discal.

A pouco mais de uma semana da próxima Cimeira da Parceria Oriental que terá lugar em lugar em Vílnius, na Lituânia, em 28 e 29 de Novembro, em que a Ucrânia pode vir dar o primeiro passo para a futura adesão a União Europeia com a assinatura do Acordo de Associação, mas a liberação de Iulia Timoshenko Bruxelas não assinará o histórico acordo.

O comissario europeu para o alargamento Stefan Fule fez um rápida visita à Kiev (18-20 Novembro) à pedido do Presidente da Comissão Europeia Jose Manuel Durão Barroso.

Stefan Fule and Viktor Yanukovych (Fonte: rferl)
A agência de notícias russa Interfax classificou a visita de Stefan Fule como umaa desesperada tentativa para  salvar a Cimeira da Parceria Oriental, pois a Ucrânia com 46 milhões de pessoas torna-se quase essencial  para a criação do livre comercio e o sucesso da cimeira

Stefan Fule, de volta à Bruxelas, declarou que a UE se comprometeu a levar as relações UE-Ucrânia para um novo nível, abrindo novas oportunidades para o povo ucraniano. Não falou no caso  Timoshenko.

No dia 17 de Outubro, o Presidente ucraniano Viktor Yanukovych admitiu que o dossiê Iulia Timoshenko é uma questão bastante dolorosa para ambas as partes. Dado o delicado estado de saúde da antiga primeira-ministra, Viktor Yanukovych declarou que estaria disposto a assinar uma permissão para que ela pudesse ser tratada no exterior, mas com a condição que depois voltasse para cumprir o resto da pena na prisão.

Os dois emissários do Parlamento Europeu, Pat Cox (ex-presidente do Parlamento Europeu) e Aleksander Kwaśniewski (ex-presidente polaco) concluirão na 24ª Aleksander Kwaśniewski que o caso Iulia Timoshenko é máxima urgência e deve ser resolvido de antes da Cimeira. (Consultar programa de assistência a Ucrânia 2014-2017).

Fontes: Euronews, EU Delagations to Ukraine, , Interfax

Rodrigo Rodrigues

quinta-feira, 21 de março de 2013

Chipre e Russia não chegam a acordo sobre apoio financeiro



Fonte: REUTERS

Chipre e Rússia ainda não chegaram a um acordo em torno do apoio finaceiro que Moscovo poderá dar a Nicósia. No entanto, as negocioações entre os dois países continuam.
Em declarações aos jornalistas, o ministro das Finanças cipriota, Mikhalis Sarris disse que houve "uma discussão muito honesta, em que foram sublinhadas as dificuldades desta situação", avançou a Reuters. A reunião realizada esta quarta-feira, 20 de Março, em Moscovo, entre o vice-primeiro-ministro russo, Igor Chuvalov e o ministro das Finanças cipriota sobre a ajuda financeira a Chipre, terminou sem acordo, segundo a agência Ria-Novosti. 
O objectivo da reunião foi encontrar uma alternativa para reunir os 5,8 mil milhões de euros, exigidos pela Troika, depois da reprovação do resgate por parte do Parlamento cipriota do plano europeu. Os deputados não aceitaram a imposição de taxas sobre os depósitos. 
O Governo cipriota está a virar-se para a Rússia, onde a gigante de gás Gazprom propôs pagar o resgate ao Chipre em troca da exploração das reservas de gás do país. Um informação que acabou por não se confirmar.

Sarris deslocou-se à capital russa para pedir a porrogação por cinco anos e a redução dos juros sobre um crédito de 2,5 mil milhões concedido pela Rússia ao Chipre em 2011.
Segundo correspondentes da agência Lusa em Moscovo, essa questão deverá estar também no centro das atenções das conversações do presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, com os dirigentes russos, que terão lugar no próximo dia 22 de Março.

O presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem já manifestou a sua desilusão perante a recusa do Chipre quanto ao resgate europeu. Contudo anunciou que, independentemente da decisão de Chipre, a proposta da Zona Euro e do Eurogrupo ao país mantém-se e a ajuda europeia não ultrapassará os 10 mil milhões de euros.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Chipre: Parlamento rejeita taxa sobre os depósitos

(Fotografia retirada da AFP)

O Parlamento de Chipre rejeitou esta terça-feira, 19 de Março, a taxa sobre os depósitos bancários, com 36 votos contra e 19 abstenções, adiantou a Reuters. A taxa extraordinária era uma das condições impostas pelos credores internacionais para conceder um resgate financeiro no valor de 10 mil milhões de euros.

A proposta, que esteve em votação no Parlamento, previa a isenção dos depósitos até 20 mil euros, uma taxa de 6,7% para quem tivesse entre 20 e 100 mil euros e um imposto de 9,9% para os titulares de contas superiores a 100 mil euros. 

O presidente do Chipre, Nicos Anastasiades, afirmou antes das votações que esperava que o Parlamento rejeitasse a taxa uma vez que os deputados acham que é injusto e contra os interesses do Chipre. Uma concentração de pessoas, à porta do Parlamento, festejou o resultado da votação entoando "o Chipre pertence ao seu povo". 

A Rússia pode vir a ser a resposta para o Chipre uma vez que já não é a primeira vez que Moscovo ajuda. e devido a Uma parte importante dos depósitos em Chipre serem são de cidadãos russos. Vladimir Puttin, criticou a proposta europeia, considerando-a "injusta e perigosa".

Veja aqui o comunicado onde o presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, defende o acordo alcançado com o governo cipriota.




quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Comissão Europeia e Primeiro-Ministro russo reúnem-se em Bruxelas

Fonte:Reuters


A Comissão Europeia e o Governo russo reúnem-se hoje em Bruxelas para falar sobre questões que de interesse comum e assinar diversos acordos, particularmente na área da energia.

Esta reunião entre os Executivos de Bruxelas e o Governo russo é frequente, será liderada pelo Presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso e pelo Primeiro-Ministro russo, Vladimir Putin. Para além destes comissários, também participam outros ministros russos.

O Presidente da Comissão Europeia e o Primeiro-Ministro falarão também durante a reunião em outras questões internacionais, indica o Executivo Comunitário.


Fonte: Jornal Oje