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segunda-feira, 2 de março de 2015

GRÉCIA - VENTOS DE MUDANÇA


O Partido de extrema esquerda, Syriza, é o principal candidato a ganhar as próximas eleições na Grécia. Nos comícios do partido pede-se o perdão parcial de dívida, como compensação dos danos infligidos à Grécia pela invasão da Alemanha na II Guerra Mundial.

Alex Tsipras, lider do Syriza
Apoiantes do partido

Candidato anuncia novo rumo para o país

Esperança por um futuro melhor 




Em Portugal, o BPI olha com desconfiança para o Syriza, a quem acuso de ser um partido antieuropeu.
O Banco alertou os seus clientes, por mensagem, para a possível vitória do partido de esquerda.


Fontes: Observador, RTP

José Castro

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Frente Nacional conquista Senado francês

Imagem: Extrema-direita elege dois senadores nas eleições parciais
O partido de Marine Le Pen elegeu, pela primeira vez, dois senadores para a Alta Assembleia francesa. O resultado foi considerado pela líder da Frente Nacional uma "vitória histórica".

O voto "dos grandes eleitores" de direita foram uma mais valia para os resultados obtidos pela extrema-direita.

Nestas eleições parciais, a esquerda de François Hollande foi a grande derrotada da noite e perde agora a presidência do Senado. A maioria absoluta foi conquistada pelos partidos de direita - UMP e UDI - que vê assim recuperado o poder perdido há três anos.



Jean-Pierre Raffarin é o nome apontado para o cargo de presidente do Senado.

Ana Catarina, Marta Mendes e Patrícia Franco

domingo, 12 de janeiro de 2014

Grupos do PE divulgam vídeos para eleições


Os Grupos Políticos do Parlamento Europeu publicaram no seu canal televisivo, o EuroparlTV, um conjunto de vídeos de apresentação.

Os sete grupos políticos são constítuidos pela Aliança Progessista dos Sociais e Democratas (S&D), os Conservadores e Reformistas Europeus (CRE), o Partido Popular Europeu (PPE), a Aliança dos Liberais e Democratas na Europa (ALDE), os Verdes/Aliança Livre Europeia (Greens/EFA), o grupo Europa da Liberdade e Democracia (EFD) e o Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/ Esquerda Nórdica Verde (GUE/NGL).

Nestes vídeos, os líderes e fundadores dos grupos explicam os motivos para serem criados, os valores ideológicos que representam e os objetivos que planeiam cumprir para o futuro da Europa. Martin Schulz, atual presidente do Parlamento Europeu, fala como líder do seu grupo, a Aliança Progressista dos Sociais e Democratas.

Estas apresentações poderão ajudar os eleitores a escolher em que grupo votar e foram divulgadas nas várias páginas de facebook e twitter do Parlamento. Cada vídeo tem em média a duração de dois minutos e meio. Outras informações incluem o número presente de eurodeputados e países incluídos em cada um.

Fonte: EuroparlTV (texto e vídeo) BBC (imagem)
Daniel Morgado e Diana Tavares

domingo, 6 de maio de 2012

François Hollande vence Presidenciais em França

 
Discurso de vitória de François Hollande
 
O líder socialista, François Hollande, foi eleito Presidente da República Francesa e disse no seu primeiro discurso que os franceses “optaram pela mudança”.
Em Tulle, diante da multidão, Hollande afirmou que está ciente das responsabilidades do seu governo “A mudança que eu proponho deve estar à altura da França. Ela começa agora”.
Dirigindo-se aos eleitores que não votaram em si, o novo presidente francês afirmou que respeita “as convicções” destes e que será “o Presidente de todos”. “Esta noite não há duas Franças que se enfrentam. Há apenas uma França, uma nação reunida no mesmo destino. Cada um e cada uma terão igualdade de direitos e de deveres”, concluiu o socialista.
O recém-eleito presidente francês salientou o facto de toda a Europa estar de olhos postos nas eleições francesas e afirmou que o resultado da sua vitória trouxe “alívio e esperança” a numerosos países da Europa porque “a austeridade já não é uma fatalidade”.
Em Portugal, o secretário-geral do PS, António José Seguro, felicitou François Hollande, através de uma mensagem a que a Lusa teve acesso, onde classifica a vitória do líder socialista, como “uma lufada de ar fresco e um novo ciclo de esperança para a Europa”.
Também o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, felicitou o novo Presidente Francês e diz-se convencido de que, em conjunto "terão a capacidade de fazer face aos desafios que se avizinham, tanto para França, como para a Europa".


% de Votos


quarta-feira, 7 de março de 2012

França critica eleições, Cavaco Silva felicita Putin


 Rússia (Fonte: news.midiafree.com)


A França e a União Europeia consideraram que houve falhas nas eleições russas. O presidente da República de Portugal, Cavaco Silva, felicitou Vladimir Putin.

O ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Alain Juppe, disse, citado pela Reuters, que “a eleição não foi exemplar”. A porta-voz da União Europeia, Maja Kocijancic disse que "foram identificadas várias falhas, tanto na preparação como na condução destas eleições". Por sua vez, Cavaco Silva enviou, em nome dos portugueses, ao recém-eleito líder da Rússia, Vladimir Putin, "calorosas felicitações".

O dirigente da Comissão Eleitoral Central da Rússia, Vladimir Tchurov, anunciou a vitória de Vladimir Putin, depois terem sido contados os votos, segundo dados divulgados pela Lusa. Putin venceu as eleições presidenciais russas à primeira volta, com 63,6% dos votos. 

A eleição esteve sempre sob suspeita de fraude, mas, segundo o chefe da campanha de Putin, esta vitória foi "a mais limpa da História".  De acordo com o “The Guardian”, em Moscovo, o número de eleitores que votaram na sua candidatura ficou-se pelos 50%. 

Foi instalado um sistema de câmaras de vigilância nos locais de voto de todo o país, para permitir a visualização, através da Internet, das imagens da votação. 

A polícia também garantiu que não houve irregularidades graves mas a oposição discordou. 

"Ganhámos numa luta aberta e honesta", afirmou o actual primeiro-ministro diante de mais de 100 mil pessoas que se juntaram no centro de Moscovo para festejar a vitória. 

Os protestos contra o regresso de Vladimir Putin ao Kremlin, começaram logo após a vitória nas urnas. As manifestações tiveram lugar, sobretudo, em Moscovo.  A descrição da comunicação social aponta para uma presença significativa de forças de segurança nas manifestações que acusam Putin de fraude eleitoral.