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domingo, 25 de novembro de 2012

Troika revela disponibilidade para medidas de crescimento económico

O vice-presidente da bancada do PSD, Miguel Frasquilho, disse que os representantes da troika revelaram-se bastante disponíveis para incluir medidas de estimulo ao crescimento no programa de ajustamento português.

Foto: Dinheiro Vivo (Pedro Correia)

A revelação foi feita após um encontro entre os deputados dos partidos e os representantes do FMI, BCE e Comissão Europeia que estão em Lisboa para a sexta avaliação trimestral ao programa de ajuda financeira.

Segundo Miguel Frasquilho, a troika mostrou-se receptível para considerar medidas fiscais com o objectivo de, não só, incentivar o investimento, mas também para utilizar de forma diferente os fundos estruturais.

Tal como já tinha sido noticiado, o governo está a preparar uma redução na taxa de IRC de 25% para 10 % para novas sociedades e também investimentos entre os três e os cinco milhões de euros. A proposta não foi incluída no Orçamento de Estado para 2013 porque o Governo teme que a medida não seja aceite pela troika, optando por remeter a discussão sobre a aprovação da medida para esta sexta avaliação ao programa de ajuda financeira.

Fonte: Jornal de Negócios, Expresso

Luís Silva e João Carreira

domingo, 4 de março de 2012

Estratégia dos Fundos Comunitários dependem de Vitor Gaspar

Vitor Gaspar irá ter última palavra na reprogramação dos fundos comunitários


O Primeiro-Ministro Passos Coelho anunciou domingo, dia 4 de Março, que o ministro das Finanças terá uma palavra determinante na reprogramação e reafectação estratégica dos fundos comunitários.
Após ter sido reeleito líder do PSD, Pedro Passos Coelho mencionou que "cabe ao ministro de Estado e das Finanças uma palavra muito relevante, para não dizer decisiva, sobre a forma como a reafectação dos fundos comunitários”, acrescentando que Vítor Gaspar terá uma palavra decisiva na forma como a reprogramação estratégica dos fundos comunitários se organizará.
Passos Coelho afirmou ainda que apesar da preponderância do ministro das Finanças, isso não implica que todo o “Governo não esteja envolvido, quer a parte mais operacional, que tem uma coordenação muito relevante garantida pelo Ministério da Economia, quer de todo o Governo, a começar no primeiro-ministro, a quem compete fazer a coordenação geral do Governo".

segunda-feira, 28 de março de 2011

Destaques da Semana (video)



Video: Produção Grupo_6_2011

sábado, 26 de março de 2011

Sócrates e Merkel pedem respostas a PSD

Fotografia: Lusa
José Sócrates e Angela Merkel pedem a PSD para "mostrar alternativas", ao PEC que chumbaram, para que Portugal possa atingir as metas orçamentais com que se comprometeu, "acalmar os mercados e restaurar a confiança".

No final da cimeira da União Europeia, Angela Merkel afirmou que tanto o Governo, como a oposição "devem tornar claro publicamente que medidas propõem implementar para que os objectivos sejam atingidos de forma diferente".



José Sócrates acrescentou que "os partidos têm de apresentar alternativas e esta é a hora de o fazer. Só assim contribuem para a credibilidade do País". Chumbar o PEC sem mostrar alternativas "Não basta".



Para a chanceler alemã é ainda indispensável esta tomada de posição pública por parte do PS e do PSD. "Não estou optimista, nem pessimista, sinto que foi tornado muito claro que é indispensável fazer isto se quisermos acalmar os mercados e restaurar a confiança".



Grupo_6_2011

Fontes: ionline.pt

sábado, 19 de março de 2011

PSD anuncia voto contra PEC4



Paula Teixeira da Cruz, Vice-Presidente do Partido Social Democrata afirmou hoje, como já era expectável, por declarações feitas anteriormente por vários elementos do PSD, que o principal partido da oposição irá votar contra o PEC4.

Caracterizou ainda o documento como uma cilada e acusou José Sócrates de deslealdade não só para com Cavaco Silva mas também, e principalmente, para com todo o povo português.
Depois do primeiro ministro ter anunciado à comissão europeia as novas medidas que iria adoptar, no combate à crise, sem se dignar a comunicar essas mesmas medidas aos principais visados, a social democrata recusa a aceitação do PEC4 e destaca que o PSD não "irá viabilizar mais medidas injustas".

Fontes:
Público,Expresso

quinta-feira, 17 de março de 2011

PSD mostra indisponibilidade para ajudar Governo

Fotografia: Jornal de Negócios


À saída do encontro, esta manhã, em Belém, entre Pedro Passos Coelho e Cavaco Silva, o Líder do PSD afirmou que o seu partido "não está disponível para descalçar a bota que o próprio Governo calçou".

A audiência, durou cerca de uma hora e serviu para comunicar a posição oficial do partido, ao Chefe de Estado em relação ao PEC IV, anunciado na passada semana.

O líder do PSD acusou o Governo de ter actuado de forma "imperdoável e desleal" pela forma como negociou "durante várias semanas um quadro que é típico de um pedido de ajuda externa" enquanto negava que o país precisasse de mais austeridade.

Passos Coelho desafiou ainda o Governo a clarificar a verdadeira situação financeira do país, e que espera que o Governo saiba "arrepiar caminho" nas medidas de austeridade que penalizam os "mais desprotegidos".

Reportagem SIC