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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Passos Coelho quer baixar os impostos de vez

Esta quinta-feira o primeiro-ministro assegurou que o Governo quer “baixar os impostos de modo permanente”, mas para isso acontecer não se deve afastar do “caminho de redução e controlo da despesa” previsto para o orçamento de 2014.

"Queremos baixar os impostos de forma permanente" garante Passos
No seu discurso de abertura do OE2014, Pedro Passos Coelho defendeu que as despesas seriam reduzidas assim como os impostos de modo a potenciar o crescimento económico. Passos defendeu que a proposta que hoje apresenta perante o Parlamento “decorre de uma margem muitíssimo estreita de escolhas que o Governo pôde fazer.”

Passos Coelho declarou que este é o “ momento da verdade”, aquele em que o país deixa de depender dos outros para se tornar autónomo. Para que tal procedimento possa acontecer é necessário um "imperioso compromisso de médio e longo prazo no nosso sistema político” esclareceu.

O apelo ao PS veio acompanhado de uma ameaça caso os socialistas não aceitarem. “Quem se recusar a este compromisso estará a sacrificar a redução da dívida, o cumprimento das regras europeias e dos direitos das gerações mais jovens; e estará a sacrificar a indispensável redução da carga fiscal e o crescimento da economia. De um modo e de outro, estará a falhar ao país.”

Fonte: Público

Maria Leonor

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Portas avisa Passos sobre o Orçamento de Estado de 2014

António Cotrim/Lusa
Depois do Conselho Nacional do CDS, Paulo Portas afirma que percebe as críticas feitas pelos eleitores do partido devido ao Orçamento do Estado para 2013.

"Há muitos portugueses que depositaram confiança no CDS por causa de uma certa ideia sobre economia e uma certa ideia sobre os impostos.

Para moderar a carga fiscal e para que haja empenho na redução da despesa, que é o essencial para não haver aumento da carga fiscal. Percebo inteiramente as críticas que esses portugueses nos possam fazer olhando para o Orçamento de 2013.

A única diferença entre essas opiniões e as nossas decisões é que sobre os ombros desses portugueses não recaía a responsabilidade de abrir uma crise política" disse o líder do CDS PP.

E deixou um aviso para o PSD "Muitos conselheiros expressaram a ideia de que gostariam que as posições do CDS em matéria nomeadamente de política fiscal pudessem ter sido mais ouvidas"

"E foi muito nítida a ideia de que o Orçamento do Estado para 2014 tem de ser diferente do Orçamento para 2013, nomeadamente quanto ao equilíbrio que é preciso repor entre reduzir a despesa do Estado consigo próprio com reduzir encargos suplementares às empresas e famílias." Afirmou no final da reunião.

Lasefa Barreto

quarta-feira, 28 de março de 2012

Confirmada a assinatura do contrato de compra e venda do BPN

Banco Português de Negócios (online.jornaldamadeira.pt)



A assinatura do contrato de compra e venda do Banco Português de Negócios (BPN) entre o Estado português e o Banco BIC ficou marcada para esta sexta-feira, anunciou o Ministério das Finanças. A Comissão Europeia permitiu que, até ao final deste mês, se firmasse esse acordo,  tendo deixado de estar em causa o emprego de 1700 pessoas. 
Foi, assim, autorizada, no dia 27 deste mês, a reestruturação do BPN, que visa a venda ao BIC, no qual será permitida a criação de uma entidade viável.
Foi possível salvar o BPN dentro de um custo, para os contribuintes, não superior ao da liquidação, defendeu o Comissário da concorrência Joaquín Almunia. O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, mostrou-se satisfeito com a conclusão do processo de venda do banco, durante uma visita ao Terminal de Contentores de Sines.
Para Passos Coelho, a proposta de compra do BPN feita pela Banco BIC prevaleceu, na medida em que representava a posição do próprio banco e melhor garantia o emprego do BPN, referiu a Lusa. 
O Governante afirmou ainda que no país nunca houve nenhuma fuga de depósitos nos bancos, ao contrário do que se verificou noutros países europeus, que detêm assistência financeira. Realçou também a importância da confiança que os depositantes e os portugueses têm no seu sistema financeiro como um factor crucial para que Portugal recupere a sua economia.
Devido à grave crise financeira, o BPN foi beneficiado com diversas ajudas, não esquecendo as garantias estatais referentes a emissões de papel comercial, num valor superior a quatro mil milhões de Euros.

domingo, 4 de março de 2012

Estratégia dos Fundos Comunitários dependem de Vitor Gaspar

Vitor Gaspar irá ter última palavra na reprogramação dos fundos comunitários


O Primeiro-Ministro Passos Coelho anunciou domingo, dia 4 de Março, que o ministro das Finanças terá uma palavra determinante na reprogramação e reafectação estratégica dos fundos comunitários.
Após ter sido reeleito líder do PSD, Pedro Passos Coelho mencionou que "cabe ao ministro de Estado e das Finanças uma palavra muito relevante, para não dizer decisiva, sobre a forma como a reafectação dos fundos comunitários”, acrescentando que Vítor Gaspar terá uma palavra decisiva na forma como a reprogramação estratégica dos fundos comunitários se organizará.
Passos Coelho afirmou ainda que apesar da preponderância do ministro das Finanças, isso não implica que todo o “Governo não esteja envolvido, quer a parte mais operacional, que tem uma coordenação muito relevante garantida pelo Ministério da Economia, quer de todo o Governo, a começar no primeiro-ministro, a quem compete fazer a coordenação geral do Governo".

sábado, 26 de março de 2011

Sócrates e Merkel pedem respostas a PSD

Fotografia: Lusa
José Sócrates e Angela Merkel pedem a PSD para "mostrar alternativas", ao PEC que chumbaram, para que Portugal possa atingir as metas orçamentais com que se comprometeu, "acalmar os mercados e restaurar a confiança".

No final da cimeira da União Europeia, Angela Merkel afirmou que tanto o Governo, como a oposição "devem tornar claro publicamente que medidas propõem implementar para que os objectivos sejam atingidos de forma diferente".



José Sócrates acrescentou que "os partidos têm de apresentar alternativas e esta é a hora de o fazer. Só assim contribuem para a credibilidade do País". Chumbar o PEC sem mostrar alternativas "Não basta".



Para a chanceler alemã é ainda indispensável esta tomada de posição pública por parte do PS e do PSD. "Não estou optimista, nem pessimista, sinto que foi tornado muito claro que é indispensável fazer isto se quisermos acalmar os mercados e restaurar a confiança".



Grupo_6_2011

Fontes: ionline.pt