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quinta-feira, 17 de maio de 2012

HOLLANDE TOMA POSSE E SEGUE PARA BERLIM


Hollande e Merkel em Berlim (fonte: veja.com)

François Hollande tomou posse na passada terça-feira como primeiro presidente Socialista francês, em 17 anos, no Palacio do Eliseu em Paris. A seguir a cerimónia de empossamento deslocou-se para Berlim onde tinha um encontro com Angela Merkel.

Durante a campanha eleitoral francesa, a chanceler Alemã manifestou o seu apoio a Nicolas Sarkozy, mas disse que receberia Hollande “ de braços abertos”. O novo líder francês concluiu que este encontro “seria apenas para se conhecerem”, firmou o jornal inglês Guardian.

Por outro lado, é o momento em que os líderes apresentam as suas posições face a Europa. Merkel prioriza a necessidade de controlo nas contas públicas europeias e Hollande defende a adopção de medidas que favoreçam a retomada do crescimento económico.

No final do encontro, os líderes das maiores economias da zona euro defenderam a ajuda mútua para a permanência da Grécia na união monetaria, dado que Atenas vive num clima de indefinições e incertezas sobre a formação de um Governo após as eleições e alegados temores que dão conta da saida da Zona Euro.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Sarkozy e Merkel pedem rapidez na regulação dos mercados europeus


O Presidente francês e a chanceler alemã pediram à Comissão Europeia para banir o ‘naked short-selling’ de todos os activos e alguns CDS(Credit Default Swaps).

Numa carta conjunta enviada ao presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, Sarkozy e Merkel afirmam que o Executivo comunitário deve acelerar as iniciativas para supervisionar estes mercados e apresentar possíveis medidas em Julho.

"O regresso da forte volatilidade nos mercados torna necessário questionar certos métodos financeiros e certos produtos, como o ‘naked short-selling' e os CDS" dizem os dois líderes europeus na carta citada pela Bloomberg.

As bolsas e o mercado de dívida voltaram a mostrar sinais de nervosismo, com o aumento dos receios sobre o alastrar da crise de dívida, depois de o novo Governo da Hungria ter alertado para uma possível bancarrota do país na semana passada.