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terça-feira, 5 de junho de 2012

Erasmus para Todos

Erasmus celebra 25 anos

Júlia e Carolina, brasileiras de São Paulo, estudam arquitectura na Lusófona e quando regressarem vão ter que iniciar novamente o curso. Mas “não se importam”.
As duas estudantes do Brasil estão em Lisboa a estudar Arquitectura e Urbanismo porque, apesar de não obterem equivalências entre o curso brasileiro e o português, acreditam que “o mais importante é o enriquecimento do currículo”.
A Universidade Lusófona de Lisboa tem promovido o Erasmus entre diversas Universidades à volta do mundo como, por exemplo, a Universidade Presbiteriana Mackenzie (São Paulo, Brasil) onde estudam Júlia e Carolina.
O programa Erasmus cumpriu este ano o seu 25º aniversário, tendo oferecido uma experiência de estudar fora a mais de três milhões de estudantes, segundo o Jornal de Negócios online. Além dos europeus, milhares de estudantes na América do Sul também têm aproveitado a oportunidade de estudar na Europa.

segunda-feira, 12 de março de 2012

UE procura reforçar a apreensão de bens criminosos


Cecilia Malmström, comissária europeia de assuntos internos
A Comissão Europeia propôs novas regras para melhorar o combate à criminalidade. Casas, carros, bens de luxo e muitos milhões de euros são movimentados, todos os anos, por associações criminosas.

As novas regras que visam a ser normas mais simples e eficazes pretendem reforçar o confisco de bens que indirectamente relacionados com um crime mas que resultem claramente de actividades criminosas semelhantes por parte da pessoa condenada.

E mais que um reforço, o executivo comunitário propõe ainda que seja assegurado que o Ministério Público possa congelar temporariamente bens em risco de desaparecerem caso não sejam adoptadas medidas, sob reserva da sua confirmação por um tribunal.

"Temos de combater os criminosos da forma mais eficaz possível, ou seja, apreendendo o seu dinheiro. Temos também de fazer regressar os seus lucros à economia legal, especialmente numa altura de crise como aquela que se vive atualmente" disse a comissária europeia para os Assuntos Internos, Cecilia Malmström segundo jornal i.

Dados da comissão mostram que, actualmente, os montantes apreendidos são muito reduzidos quando comparados com lucros ilegais gerados pelo tráfico de droga, a contrafacção ou o tráfico de seres humanos.

Sandra Maciel

Moody´s põe Grécia no fundo


Evangelos Venizelos (Ministro das Finanças da Grécia) 
liderou a renegociação da dívida grega


A Moody´s classificou a dívida grega com a nota “C” devido ao risco de incumprimento.

No passado fim-de-semana a Grécia renegociou a sua dívida com os credores privados, envolvendo cerca de 85,8% dos credores que participaram neste procedimento voluntariamente. Apesar de esta operação ter sido considerada um sucesso, a Moody´s manteve o seu rating, mantendo a nota “C”(a mais baixa), ao mesmo nível de lixo. A agência justificou a sua decisão com o facto desta renegociação ser uma troca forçada, ou seja, um incumprimento.


Rodrigo Vaz Pinto

sexta-feira, 9 de março de 2012

FMI aplaude Atenas


A directora-geral do FMI admite que a reestruturação grega irá reduzir as necessidades de financiamento a médio prazo da Grécia.


Christine Lagarde, directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), felicitou o contributo dos investidores privados em relação à na reestruturação da dívida grega.

''Congratulamos-nos com a cooperação do sector privado em participar na oferta de troca de dívida por parte das 
autoridade gregas'', admite, segundo o Jornal Diário Económico.

O Governo Grego grego anunciou hoje que a participação dos credores privados, especialmente das seguradoras, fundos de pensões e bancos, na operação para a troca da dívida grega foi de quase 84%.

Lagarde admite também, que este apoio por parte do sector privado é essencial na contribuição de para colocar a economia grega em crescimento e em estabilidade financeira, de acordo com o Diário Económico Jornal Económico.

Daniela Fernandes 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Gregos preferem bancarrota a mais austeridade

Atenas depois da noite de revolta no domingo @
Cerca de 48% dos habitantes gregos prefere optar pela bancarrota a enfrentar mais medidas de austeridade, assim o refere uma sondagem realizada pelo jornal Paron divulgada pela Euronews.

Após vários actos de vandalismo por parte da população, o governo comunicou ao país eleições legislativas antecipadas em Abril.

“Esta é a pior situação de sempre para os empresários gregos e, como se não bastasse, temos agora o vandalismo e a destruição’’, refere o dono de uma loja de roupa citado pela Euronews.

A Grécia, para evitar a bancarrota e em troca de 130 mil milhões de euros, compromete-se a reduzir o salário mínimo, bem como o valor das pensões de reforma e o número de funcionários públicos. Estas novas medidas de austeridade foram este Domingo aprovadas no Parlamento.