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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Proposta da UE rejeitada pela Sérvia




A Sérvia rejeitou um plano de reconciliação com o Kosovo patrocinado pela União Europeia (UE), esta segunda-feira, dia 8 de Abril.

O conflito entre os países vizinhos remonta ao ano de 2010 com a condição imposta por Bruxelas à Sérvia, para pertencer à UE, de entregar o controlo efectivo do norte do Kosovo às autoridades de Pristina.

Segundo o “The Economist”, as negociações iniciadas em Outubro mediadas por Catherine Ashton, alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros, terminaram sem acordo. As conversações supervisionadas pela UE mostravam-se promissoras ao longo de oito encontros de intensas negociações.

No entanto o ministro da integração europeia do Kosovo está convicto que as negociações ainda não acabaram, “Isto é grande demais para falhar”, afirma. A ausência de um acordo, entre Belgrado e Pristina, compromete severamente a ambição por parte da Sérvia de aderir a União Europeia.

A Sérvia ofereceu ao governo Kosovar reconhecimento sobre as regiões do norte, exigindo em troca a autonomia para os cerca de 50 mil sérvios que lá habitam.

domingo, 6 de junho de 2010

Referendo na Eslovénia com Croácia como pano de fundo


A Eslovénia realiza hoje um referendo sobre um litígio fronteiriço bilateral no mar Adriático, que em caso de uma rejeição seria um obstáculo para as intenções croatas de entrar em breve na União Europeia (UE).

Cerca de 1,7 milhão de eslovenos com direito a voto foram convocados a dar seu sinal verde a um acordo que prevê esclarecer o litígio fronteiriço mediante uma arbitragem internacional.

O acordo, assinado em Novembro do ano passado em Estocolmo pelos respectivos primeiros-ministros, já foi ratificado pelos Parlamentos de ambos os países. O Referendo que se realiza hoje é vinculativo, e se os cidadãos eslovenos não derem o seu aval, o Parlamento da Eslovénia não poderá considerar novamente um novo referendo num espaço de um ano, algo que atrasaria o processo de adesão croata.

A Croácia espera se integrar nos dois próximos anos na UE e se transformar assim na segunda ex-república jugoslava que consegue entrar no bloco.