Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Portugal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Portugal. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 14 de junho de 2010

James Bullard afirma que os mercados podem estar a abandonar Portugal e Espanha


James Bullard, o presidente da Reserva Federeal de St.Louis, afirmou hoje, em Tóquio, que a Europa corre um sério risco de vir a desmoronar-se, ainda que o euro tenha recuperado para o patamar de 1,22 dólares. Contudo, a maioria dos economistas continua a acreditar que a Grécia não vai conseguir pagar as suas dívidas.

Caso isto se suceda na realidade os mercados capitais poderão abandonar Portugal e Espanha. O que terá consequências como o facto de existirem incumprimentos soberanos e uma forte queda das exportações da China e dos Estados Unidos para a Zona Euro. Face a esta possibilidade e à de um segundo choque global para os mercados financeiros, James Bullard, afirmou que isto poderá ser um receio mantido durante meses ou até mesmo anos. “Os governos vão ter de tomar medidas agressivas para ganharem credibilidade e depois terão de sustentar esse esforço durante um longo período de tempo”.

Ainda assim o presidente acredita que a dívida na Europa não faça a Fed adiar a decisão de subir os juros dos directores nos EUA. “A menos que os acontecimentos na Europa acabem por se revelar muito piores, penso que, no curto prazo, os EUA serão um possível beneficiário da crise na Europa devido aos menores juros sobre as Obrigações do Tesouro e às matérias-primas mais baratas”. Ainda assim, este ponto de vista é diferente na opinião do presidente da Fed de Chicago, Charles Evans e pelo presidente da Fed em Atlanta, Dennis Lockhart.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Estudo do BCE lança alerta a empresários

As empresas com mais trabalhadores a ganhar o salário mínimo têm mais probabilidades de ir à falência devido à dificuldade em reagir a choques externos ajustando os ordenados, revela um estudo de economistas portugueses.

“Há empresas que não podem baixar os salários. Se uma empresa que paga salários acima da média tiver de enfrentar quebras na procura pode ajustar os ordenados, mas as empresas pagam salários mínimos nao têm “almofadas” que lhes permitam absorver os choques negativos”, disse à agência Lusa Pedro Portugal, um dos autores do documento publicado pelo Banco Central Europeu.

Os investigadores salientam que, perante a ameaça do desemprego, os trabalhadores estão disponíveis para negociar os salários e fazer concessões. Estas empresas não apostam ainda no capital humano.