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domingo, 22 de abril de 2012

Eleições presidenciais arrancaram hoje na França

Hoje é dia de eleições presidenciais na França e a Europa está toda a aguentar o fôlego para o que poderá acontecer. Os dois principais candidatos à vitória votaram esta manhã sob o foco das câmaras e o olhar de muitos eleitores.

As sondagens indicam que Nicolas Sarkozy será vencido na segunda volta,que está marcada para o dia 6 de Maio, pelo candidato socialista Francois Hollande. Ao confirmar-se o afastamento de Sarkozy do poder, este será o 14º líder europeu a cair devido à crise na Europa nos últimos três anos.

O professor Bruno Cauntrês, representante do instituto de ciências políticas em Paris considera que estas eleições são "o julgamento de Sarkozy" acrescentou ainda que "a exibição de sua vida privada foi um erro extremo de comunicação" porque os franceses não estão preocupados com a sua vida privada.

A participação ao meio dia de hoje atingiu os 28,29% que ainda assim fica abaixo da taxa das últimas presidenciais em 2007, onde por esta hora se registavam 30,88%. No total a participação em 2007 foi de 83,77%.

Os resultados vão sair por volta das 18 horas na Bélgica e na Suiça, mas os jornais franceses só poderão publicar às 20 horas locais por imposição do governo.
François Hollande e Nicolas Sarkozy até lutam no espaço dos cartazes publicitários


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Países da Zona Euro chegam a acordo sobre o Fundo Europeu e redução da dívida grega


A Cimeira terminou às 4 da manhã locais (mais uma hora que em Lisboa) e foi resultado de mais de 8 horas de negcociação entre os chefes de Estado e Governo dos 17 países e os representes dos bancos credores da Grécia.
Os países da Zona Euro chegaram a acordo para aumentar o fundo de resgate da moeda única de 440 mil milhões para um bilião de euros e depois de várias horas de negociações, os bancos acabaram por aceitar reduzir 100 mil milhões de euros aos empréstimos concedidos ao Governo grego.
Nicolas Sarcozy afirmou em conferência de imprensa depois do encontro, que este acordo implica que a banca internacional aceite perdas de 50 por cento com a dívida grega e reforça que "Poderia ter sido uma catástrofe" se não tivessem chegado a um acordo.


Ignacio Pisa, Rita Monteiro