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domingo, 4 de janeiro de 2015

Parlamento Europeu comemora queda do muro de Berlim

O Parlamento Europeu comemorou o 25º aniversário da queda do muro de Berlim no início da sessão plenária de quarta feira.

Em discurso Martin Schulz, actual Presidente do Parlamento Europeu, disse que “na noite de 9 de Novembro de 1989 não foram superpoderes, políticos que fizeram história. Nessa noite, foram as pessoas que escreveram a sua própria história e mudaram o rumo dos acontecimentos mundiais”.

A noite da queda do comunismo na Europa. fonte:europarl.europa.eu
Schulz acrescentou que esta revolução pacífica abriu a porta para um aumento de estados membros da União Europeia.

Fonte: Parlamento Europeu

Bruno Perdigão, Cristóvão Carreira e João Mendonça

Parlamento europeu celebra a Queda do Muro de Berlim


Muro em 1989
O Muro de Berlim caiu em 1989
Na passada quarta-feira, o presidente do Parlamento europeu e os lideres dos grupos parlamentrares celebraram  os 25 anos da queda do Muro de Berlim. A 9 de Novembro de 1989 o muro foi abaixo, o que abriu caminho para a reunificação da Alemanha.

Martin Schulz, presidente do Parlamento europeu afirmou que foram os cidadãos a mudar o rumo da história mundial. Schulz afirmou também que foi esta revolução que abriu caminho para a unificação da Europa permitindo o alargamento da união europeia a leste e a oriente há dez anos atrás.

Fonte: Parlamento Europeu
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André Contente e Bruna Gonçalves

terça-feira, 12 de março de 2013

Manifestação suspende a demolição do muro de Berlim


Manifestantes defendem a preservação do Muro de Berlim

Um grupo de manifestantes reuniu-se em East Side Gallery, em Berlim, para impedir a demolição do que resta do Muro de Berlim. Segundo o Público, este iria ser demolido na sequência de uma obra que tem como projecto a construção de uma estrada de acesso a um condomínio de luxo.

Os trabalhadores removeram 23 metros do muro antes de os manifestantes lhes bloquearem o acesso. O responsável pela construção do novo edifício suspendeu as novas remoções do muro até uma reunião com os principais intervenientes no projecto, a 18 de Março.

O presidente da câmara de Berlim, Klaus Wowereit, autorizou que a empresa responsável pela obra removesse uma parte do muro, porém admite estar a pensar em alternativas.

Os manifestantes apoiam a preservação do muro como símbolo histórico de uma Alemanha dividida após a II Guerra Mundial. Robert Muschinski, activista de 50 anos, que ajudou na organização do protesto, afirmou que o mesmo serve “para deixar que as futuras gerações saibam como era a vida em partes desta cidade, e ao mesmo tempo relembrar-lhes a alegria que se sentiu com a reunificação [da cidade] ”.

De acordo com o Expresso,  apenas restam três dos 155 quilómetros que cercavam Berlim Ocidental.

A East Side Gallery, ao longo de uma avenida descampada, tem alinhado placas de betão de 3,6 metros de altura e tornou-se uma das maiores atracções turísticas da capital alemã, com cerca de 1,5 milhões de visitantes por ano.

Assista o vídeo aqui